domingo, 13 de abril de 2014

Não trate o idoso como trapo

O Brasil trata mal os seus idosos, diferente dos países desenvolvidos. Por outro lado, é uma cultura tão impregnada em nossa realidade que muitas pessoas da terceira idade se acomodam e não buscam o seu espaço. No programa "Fala, Pastor!" de hoje este é o tema: "Idoso não é trapo". Assista. É menos de cinco minutos.

terça-feira, 8 de abril de 2014

Contra a vontade da Mesa, Ivan Bastos retorna à Tesouraria da CGADB

Em cumprimento à segunda carta precatória expedida pelo juiz de Manaus, o Oficial de Justiça cumpriu hoje, na sede da CGADB, a reintegração do pastor Ivan Bastos não só como membro da entidade, mas no cargo de 1° Tesoureiro, para o qual foi eleito na AGO realizada em abril do ano passado. 

A boa notícia é que não foi preciso o uso da força policial. Diferente da outra vez, as chaves da tesouraria foram entregues ao pastor Cláudio Dias, que funcionou como Tesoureiro-Adjunto, mas curiosamente não havia nenhum funcionário no setor, embora tenham deixado para trás os seus pertences pessoais. Fica a impressão que tenham sido orientados a agir assim. 

Os computadores estavam protegidos por senha e não havia nenhuma documentação de caixa ou bancária, fatos que serão comunicados ao juiz, pois descumprem a decisão judicial, uma vez que a ausência desse instrumental inviabiliza o Tesoureiro de cumprir a sua missão. De qualquer modo, foi emitida a passagem em favor do pastor Ivan Bastos, que, amanhã, viajará para São Paulo para participar da reunião da Mesa Diretora.

A única nota dissonante foi que os funcionários da Secretaria, por orientação do Secretário-Adjunto, não quiseram protocolar a Representação do convencional Cláudio Dias, na qual alega ações de prevaricação do presidente da Mesa Diretora, pastor José Wellington Bezerra da Costa. Mas segundo informações ela será reapresentada em hora oportuna.

Quem sabe a partir de agora os diretores da CGADB optem pelo caminho da paz? De qualquer modo, o Tesoureiro tem uma tarefa hercúlea pela frente: tirar o jabuti da árvore.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Juiz determina posse imediata do pastor Ivan Bastos na CGADB

 

Por várias vezes tenho insistido que a Mesa Diretora da CGADB, pelo bem das Assembleias de Deus, deveria buscar o caminho da conciliação e do respeito às decisões judiciais. Mas a sua insistente desobediência tira-lhe a credibilidade para arbitrar entre partes em conflito e cria cada vez mais embaraços à sua administração. Já mencionei, inclusive, que é hora de o Conselho Consultivo entrar em ação, independente de ser convocado, se queremos ver a CGADB retomar os trilhos da pacificação.

Introduzi a postagem com este "nariz de cera" para trazer a notícia que, em virtude de a Mesa Diretora da CGADB não ter permitido que o pastor Ivan Bastos assumisse a suas funções de 1° Tesoureiro, como informa postagem abaixo, em flagrante desobediência à Justiça, o Juízo de Primeira Instância de Manaus expediu nova carta precatória à comarca do Rio de Janeiro, solicitando que faça cumprir a decisão da sentença, inclusive com o uso da força policial. Pode ser até que o cumprimento dessa decisão coincida com a reunião que a Mesa Diretora da CGADB fará na próxima semana.

Veremos, agora, como a Mesa Diretora da CGADB - aliás, o pastor José Wellington Bezerra da Costa - se portará diante desta segunda carta precatória, visto que para a primeira não teve o mínimo de consideração, com o sofisma que o processo ainda estava em fase de recurso, uma forma sutil de tentar burlar a decisão judicial. Por outro lado, a decisão de o juiz enviar uma carta precatória para fazer valer a sentença permite presumir que ele aceitará o recurso impetrado pela CGADB apenas no efeito devolutivo, ou seja, em grau de recurso à Segunda Instância, e não no efeito suspensivo, que significa manter a sentença em favor do pastor Ivan Bastos até o julgamento em Segundo Grau.




quinta-feira, 3 de abril de 2014

Entre o cheiro da mexerica e o cheiro de Cristo

Mexeriqueiros são especialistas em intrigas, fofocas e em denegrir o outro espalhando falsidades. Por onde passam, deixam o rastro de sua maledicência. São mensageiros sem mensagem. É disso que trato no programa "Fala, Pastor!" que hoje compartilho, com o tema: "O Cheiro da Mexerica". Assista. É menos de cinco minutos.

segunda-feira, 24 de março de 2014

No céu não vale carteirada


As famosas "carteiradas" são um hábito generalizado em nosso país. Há os que usam e abusam da tática para aliviar a barra junto ao policial, para entrar em lugares, onde, por vias normais, não teriam acesso, enfim, sempre quem queira dar um jeito de entrar pela janela. No terceiro programa da série: "Fala, pastor!" trato do tema: "No céu não vale carteirada". Assista. É menos de cinco minutos!

quarta-feira, 19 de março de 2014

Heróis anônimos: não aparecem, mas sem eles nada funciona

Você já viu algum herói anônimo, que trabalhou nos bastidores, ter o seu nome inscrito na placa de inauguração de uma obra? Eu, pelo menos, nunca vi. Mas sem eles nada funciona. Em homenagem a cada um, compartilho o segundo programa da série: "Fala, Pastor!", transmitido semanalmente pela Rede Boas Novas. No de hoje trato do tema: "Heróis Anônimos". Muitas vezes valorizamos os que estão na "pista" e nos esquecemos dos que não aparecem, que ficam apenas nos bastidores, sem que seus nomes sejam conhecidos. Assista. É menos de cinco minutos.

terça-feira, 11 de março de 2014

Nota oficial da CGADB sobre pastor Ivan Bastos nada explica


Lamento que volta e meia temos de tratar do imbróglio CGADB, que, houvesse disposição da Mesa Diretora para cumprir o Estatuto e, acima de tudo, para agir com espírito de conciliação, já teria tomado a iniciativa de promover a paz e a unidade prometida pelo presidente eleito, pastor José Wellington Bezerra da Costa, na AGO de 2013 realizada em Brasília. Mas a nota oficial tentando explicar porque não permitiu que o 1° tesoureiro, pastor Ivan Bastos, assumisse suas funções na sede da entidade prova mais uma vez que o caminho preferido pela Mesa Diretora é simplesmente o do embate. Cabe, inclusive, ressaltar que a nota não foge aos padrões das anteriores, em que fala muito, não explica e nem justifica nada.

A começar pela ladainha da AGE de Maceió, AL, suspensa até hoje por decisão liminar, tentando caracterizar como arruaça os protestos contra a decisão da presidência em aprovar as emendas estatutárias, burlando os dois terços exigidos pelo Estatuto. Isso a nota não esclarece e nem diz que a antecipação do encerramento da AGE se deveu ao fato de verificar-se que não haveria número suficiente para aprovar as outras emendas em pauta, caso a norma estatutária fosse observada. Ainda assim, o que foi aprovado permaneceu aprovado, mesmo sem os dois terços. Só não está em vigor em virtude da suspensão dos efeitos da AGE.

Outra questão a destacar, à qual a nota também não esclarece, é que o processo disciplinar impetrado no Conselho de Ética e Disciplina da CGADB em desfavor do pastor Ivan Bastos foi assinado pelo pastor Sebastião Rodrigues de Souza, de Cuiabá, MT, que sequer estava inscrito para a 5ª AGE em Maceió, AL, não tendo, portanto, participado legalmente dela, e pelo pastor Juvanir de Oliveira, também pertencente à mesma igreja, à qual mantém vínculos fraternos com o Belenzinho. Fora isso, não há qualquer outro processo contra o pastor Ivan Bastos. E se houvesse, o efeito da decisão judicial os anularia, como anulou o apresentado pelo pastor Sebastião Rodrigues de Souza. Em consequência disso, tornou sem efeito todos atos decorrentes do malfadado processo. Aliás, não poderia ser diferente.

É óbvio que a CGADB tem o direito de recorrer da sentença em Segunda Instância. É constitucional. Mas isso não é óbice para que não se cumpra a sentença, sobretudo porque não foi definido em que efeitos será recebido o recurso interposto por ela. Presume-se que será apenas no efeito devolutivo, a julgar pelo que foi decidido no processo do pastor Samuel Câmara. Há que se dizer, inclusive, que a CGADB foi devidamente notificada pela Justiça, ou seja, desde aquela hora era dever da Mesa Diretora convocar o 1° Tesoureiro eleito para assumir as funções, nem que fosse por 15 minutos (ou menos), se logo depois chegasse liminar contrária, o que até hoje não aconteceu. Isso nada mais é do que desobediência à ordem judicial.

E mais: a sentença é bem clara ao estabelecer que, se os pastores Ivan Bastos e Jônatas Câmaras tivessem sido desligados no transcurso do processo, deveriam ser reintegrados imediatamente ao quadros da CGADB e em relação ao primeiro ao cargo de 1º Tesoureiro. Portanto, o pastor Ivan Bastos não precisava de nenhum mandado judicial para exercer as suas funções. Isto foi determinado na sentença. A nota oficial da CGADB utiliza apenas um jogo de palavras para justificar a desobediência e procrastinar o cumprimento da decisão.

Mas se querem algum mandado para o cumprimento provisório da sentença, é certo que a essa altura o pastor Ivan Bastos já deve ter requerido e aí veremos qual será a nova desculpa. Contudo, repita-se: o pastor Ivan Bastos não necessitaria de qualquer mandado judicial para exercer as suas funções. Isto já está no comando da sentença, além de a CGADB já ter sido notificada, como afirmado acima. Ora, se tal falácia fosse verdade, o pastor Ivan Bastos teria de entrar com uma ação para cada ato que quisesse praticar: uma para entrar na tesouraria, outra para ter as senhas da conta, outra para assinar os cheques e ainda outra para que os funcionários o obedeçam. Esse é um argumento bem conhecido dos patronos da CGADB que a todo custo querem que a entidade não cumpra as decisões quem sabe com o propósito de continuar a cobrar elevadas somas para defendê-la. É como diz o adágio: “Fabricam-se as guerras para que se possa ganhar dinheiro, vendendo armas...”

Quanto ao estado emocional do pastor Ivan Bastos, o presidente da CGADB, pastor José Wellington Bezerra da Costa, não estava presente no momento de sua chegada à entidade para fazer esse tipo de avaliação. Pelo contrário, há testemunhas idôneas que garantem ter o 1° Tesoureiro tratado a todos com fidalguia, sem altercar-se com ninguém, apenas cuidando de amparar-se sob os procedimentos legais para garantir a segurança jurídica de seus passos. Mas esse tipo de argumento é típico de quem quer defender-se a qualquer custo desacreditando quem o acusa.

A nota não diz, por outro lado, que a CGADB descumpre a lei (pagamentos sem nota fiscal, cheques nominais a membros da entidade que não poderiam recebê-los, pagamentos indevidos a quem é membro de comissão que, estatutariamente, não pode ser remunerado), decisões judiciais (apresentação da conciliação bancária referente às inscrições para a AGO em Brasília, eleição arbitrária do Conselho Administrativo da CPAD, reintegração do pastor Ivan Bastos) e tudo o mais que lhe for conveniente para justificar os atos da presidência e seus subordinados. Quando não tem mais saída celebra acordos para que a situação não fique pior. Assim foi com o pastor Antonio Santana, com a CIMADB e mesmo com a CONFRATRERES, no passado.

Diga-se de passagem que, quando se trata de outros pastores "aliados", a presidência da CGADB não contesta os seus supostos direitos de recorrer à Justiça e acata as decisões sem nenhum questionamento. Idaga-se: Por que não contestou a ação do pastor Oscar Moura, quando pleiteou a 1ª Vice-Presidência em substituição ao pastor Silas Malafaia por ocasião de sua renúncia ao cargo? Por que não gastou rios de dinheiro para impedir que o pastor Oséias de Moura (filho do pastor Oscar Moura) concorresse em Brasília ao cargo de 3° Tesoureiro, função inexistente na estrutura da CGADB por força da liminar que suspendeu os efeitos da AGE de Maceió? Por que não contestou a ação judicial do pastor Ronaldo Fonseca para participar da AGO de Serra, Espírito Santo? Para esses, o tom do discurso é outro. Estão defendendo os seus direitos. Aos que lhe são contrários e buscam por justiça, estão descumprindo a Bíblia, trazendo homens iníquos para julgar a causa dos santos. Um peso, duas medidas.

Ademais disso, quando o pastor Josias de Almeida Silva entrou na Justiça para tentar garantir a sua permanência na Primeira Tesouraria, caso a hipótese do desligamento do pastor Ivan Bastos prevalecesse na AGE de São Paulo, ano passado, a CGADB não se furtou em lhe fornecer uma declaração assinada pelo Gerente Financeiro da entidade, Cíntia J. A. dos Santos, e pelo Assessor da Mesa Diretora da CGADB (cargo não previsto no Estatuto), Isaías Coimbra, com o seguinte teor: "Declaramos que o Pr. Josias de Almeida Silva tendo encerrado o seu mandato de 1° Tesoureiro da CGADB em 22/04/2013, exerceu as mesmas atividades até 26/06/2013 (grifo nosso), como Gestor Financeiro, por designação da Mesa Diretora desta Convenção".

Vejam o absurdo! Nesse período quem deveria estar legalmente ocupando o cargo era o pastor Ivan Bastos, eleito para a função na AGO de Brasília, visto que o seu desligamento só ocorreu em setembro e, mesmo assim, os efeitos daquela Assembleia continuam nulos de pleno direito! Mas o documento nos permite descobrir outra ilegalidade praticada pela Mesa Diretora da CGADB: embora o pastor Josias de Almeida Silva tenha encerrado o seu mandato de 1° Tesoureiro da CGADB na data mencionada na declaração, a Mesa Diretora, ao arbítrio do Estatuto e da eleição em Brasília, designou-o para exercer as mesmas atividades até 26/06/2013! Meu Deus, onde estamos?!

Por isso é importante perguntar: Cadê o tom conciliatório do discurso do presidente, após a eleição? É esta a atitude mais correta para quem quer manter a denominação unida? É isto que é ser tradicional e preservar a identidade assembleiana? Será que este é o comportamento que se espera de quem preside pensando na denominação? Será esse o legado que o pastor José Wellington deixará em sua passagem como presidente da CGADB por 29 anos? É esse o exemplo que deixa para os novos ministros, que vale tudo para se manter no poder?

Fica claro o tom revanchista do pastor José Wellington em sua nota oficial ao afirmar que a CGADB rejeita toda e qualquer tentativa daqueles que, vencidos nas urnas, pretendem desestabilizar a Convenção Geral. Talvez ele se tenha esquecido que o pastor Ivan Bastos venceu nas urnas os candidatos que apoiavam o pastor José Wellington por mais de 7.000 votos e luta para exercer legitimamente o cargo para o qual foi eleito e que a todo custo está sendo impedido. Para isso, o pastor José Wellington não está poupando tempo e nem dinheiro.

Que o Senhor tenha misericórdia de nós!

quinta-feira, 6 de março de 2014

"Por que amamos Maria" abre a série do programa: "Fala, Pastor!"

A partir de hoje, uma vez por semana, estarei compartilhando o programa "Fala, Pastor!", transmitido pela Rede Boas Novas, todas as quartas-feiras, às 13:10hs. Neste que abre a série, trato do tema: "Por que amamos Maria?" Assista. É menos de cinco minutos.