terça-feira, 23 de novembro de 2010

Você acredita mesmo na existência do céu?

"A nossa cidade está nos céus, de onde também
esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo".
Tenho um privilégio do qual procuro desfrutar o máximo possível. São as belezas naturais da cidade onde moro com a família. Elas encantam turistas e atraem forasteiros que aqui chegam e não mais querem retornar. Das janelas de minha casa, no alto da colina, avisto ao longe as montanhas, entre as quais se destaca o dedo de Deus pelo qual Teresópolis é conhecida em todo o mundo. A magnífica visão enternece a minha alma de poeta e libera o espírito para voar nas asas líricas das palavras que constroem poemas e revestem de concretude a realidade materialmente intangível das coisas eternas.

Foi assim dia desses já há alguns anos. Após ficar horas a fio contemplando este quadro, meus olhos se elevaram um pouco mais e alcançaram a dimensão etérea descrita nos dois últimos capítulos do Apocalipse. O cenário das ruas de ouro, dos muros adornados de pedras preciosas, da glória de Deus que ilumina as mais distantes extremidades, povoou a minha mente. Ao mesmo tempo, fui tomado pelas questões existenciais que, vez ou outra, escapam dos precipícios do subconsciente e vêm digladiar-se na explosão dos raciocínios que percorrem o cérebro. “E se não existir céu?”, gritou lá do fundo um intruso existencialista.

Nessas horas, todavia, quando se mantém um relacionamento constante e proveitoso com a Palavra de Deus, um dos papéis do Espírito Santo é pôr ordem na casa e trazer à memória os argumentos que destroem a mais arguta dúvida existencial. Não foi diferente comigo. Ele usou a própria visão panorâmica que se espraiava diante de meus olhos para reafirmar a certeza da fé: “Tem de existir céu!”

Foi aí que pensei: “Não é possível que a criatividade de Deus se restrinja apenas a esses vales e montanhas, rios e mares, cachoeiras e maciços que vicejam na Terra”. Fui um pouco mais além: “É inadmissível acreditar que a imensidão criativa do Altíssimo se restrinja ao nosso sistema solar e aos astros que compõem a nossa Via Láctea, bem como às demais galáxias que preenchem o Universo. Deus seria pequeno”. O espaço em que vivemos e a dimensão sideral, onde se voa a anos-luz,  testemunham à nossa consciência que em algum lugar acima das estrelas há lugares preparados para os que foram alcançados pela graça.

Veio também ao meu coração outra realidade. Somos acostumados a olhar o céu como escapismo para o duro dia a dia dos sofrimentos terrenos. É óbvio que a expectativa de deixar para trás as angústias que cercam a existência se inclui entre os fatores que constituem o ideal de todo o cristão. É bíblico que as lágrimas não mais existirão na cidade santa. Mas a esperança no amanhã com Deus deve ser, também, analisada sob outro ângulo. O da qualidade de vida desfrutada no planeta Terra e a que será vivida em toda a sua dimensão no céu.

Em que pesem as agruras provocadas pelo pecado, ainda assim não há como negar que é bom demais desfrutar das riquezas que a natureza oferece. Pelo menos, eu gosto. Quem não aprecia, por exemplo, passar horas e horas ao sol, sentindo escorrer pelo corpo as águas frias e cristalinas de uma cachoeira? Ou subir as montanhas e aguçar o olfato para sentir o aroma silvestre das matas? Quem não se sente bem em caminhar pelas praias e ouvir o bulício das ondas que batem nos pés? Mesmo Jesus, 100% humano, experimentou com certeza esta sensação nas areias do mar Mediterrâneo e do mar da Galiléia. E acredito que, por não ser apenas semelhante, mas como um de nós, tenha gostado muito. Eu gostei, quando ali estive com minha esposa, conduzindo grupos de peregrinos brasileiros algumas vezes. Quem não se contagia ao contemplar a infinidade de peixes de variados matizes colorindo o fundo dos oceanos, como no Observatório Submarino de Eilat, no mar Vermelho, no extremo sul de Israel? Ou acompanhar ao longe a alegre sinfonia dos pássaros nas florestas? E o que mais poderia eu acrescentar? A lista é infindável.

Pois bem. Tais possibilidades reais que, hoje, dão sentido a expectativa de cada um são apenas vislumbres esmaecidos da qualidade de vida que os redimidos desfrutarão na presença de Deus. Com uma vantagem: sem os sofrimentos que marcam a trajetória terrena, os quais podem ser vencidos por causa d'Aquele que os venceu na própria carne. Portanto, ao invés de ser olhado como escapismo, o céu é a plena realização dos propósitos divinos para o homem em seu estado original, no jardim do Éden. É a concretização última da esperança do cristão, que, enquanto na Terra, desfruta em escala ínfima das boas coisas que Deus preparou para o ser humano. Apesar do pecado.

Enquanto continuava a contemplar as montanhas que cercam a cidade, e as flores que adornam o jardim em frente à casa, o Espírito Santo trouxe à tona outros argumentos. Entre eles o da tendência inata ao ser humano de desejar a todo custo a imortalidade. A morte contraria, sob todos os aspectos, a lógica da vida. Aquela implica na cessação desta, segundo a visão equivocada existencialista. Todavia, esta tendência inata atua de tal modo que tudo se faz para adiar a morte. Que o digam os modernos equipamentos de diagnose, capazes de rastrear uma doença grave em seu início e criar todas as condições médicas para erradicá-la. 


Passei por esta experiência em 2009, quando fui diagnosticado com câncer de próstata em fase inicial.  Ao informar-me dos resultados, o médico disse que alguns pacientes preferiam "rezar" e simplesmente fazer o acompanhamento, enquanto outros preferiam a solução radical: cirurgia imediata. Respondi-lhe então que faria as duas coisas: "rezaria", e se houvesse a intervenção sobrenatural, esta teria vindo "de lá"; se fosse através de cirurgia, também, de igual modo, a recuperação viria "de lá". E se o resultado fosse diferente do desejado,  sob o nosso ponto de vista, eu iria "para lá". Qualquer que fosse o desfecho, para mim não faria diferença. porque, vivendo ou morrendo, seria em razão daquele que "está lá". A verdade é que aqui estou, mais de um ano e três meses depois da cirurgia, plenamente recuperado, mas com a consciência ainda mais vívida e convicta de que algum dia o Senhor me chamará para, em definitivo, morar "com ele lá".

No entanto, esta característica inata de não "desejar" a morte, peculiar a cada mortal, é a confirmação, do lado humano, não só do que a Bíblia diz acerca da existência da vida após a morte, mas também da realidade do céu. E do inferno. Pois justos e injustos terão destinos diferentes. Assim sendo, mesmo como cristãos, quando lutamos para preservar a vida, empregando todos os recursos da medicina ao nosso dispor, há um testemunho implícito de que o homem foi criado para viver eternamente e desfrutar do plano original de Deus agora restaurado no céu. Para chegar lá, todavia, dependerá de sua atitude ante à obra redentora de Cristo - 100% humano - realizada no Calvário. É aqui onde se realiza a travessia entre a Terra e a cidade celestial.


Meu coração, naquele dia, não suportou o peso da convicção espiritual. Bastou para que as dúvidas existenciais evaporassem da minha mente. Elas desejarão dar o ar de sua graça outras vezes, mas, como agora, encontrarão o chão da minha confiança no Altíssimo irrigado pela Palavra. “Tem de existir céu!”, bradei no silêncio da tarde. Lágrimas começaram a rolar pela face. Enquanto contemplava ao longe o dedo de Deus apontando para cima, e apreciava o sol esconder-se atrás das montanhas, concluí, glorificando a Deus: “Se aqui já podemos experimentar por antecipação as glórias do céu, que diremos daquele dia, quando tomaremos posse de toda a sua concretude?” E listei os seguintes pontos:

1. Não pretendo ir para o céu como fuga da realidade presente, mas por ser o ápice do propósito de Deus para a realização do homem.

2. Enquanto vida física tiver, pretendo desfrutar ao máximo as coisas boas que Deus criou, pois elas revelam em menor instância o que me aguarda no porvir.

3. A esperança do céu não me torna alienado na Terra.  Pelo contrário, exige pleno comprometimento com o evangelho, que garante as bênçãos futuras, mas tudo faz para minorar o sofrimento presente e antecipar, aqui e agora, uma excelente qualidade de vida em Cristo.

4. Enquanto este dia não chega, seja através da morte, seja através do encontro pessoal com Cristo em sua vinda, é meu dever preservar a vida, cuidando exemplarmente de minha saúde, pois este desejo inato que me proporciona viver aponta para a realidade futura do céu.

5. Devo viver todos os dias na expectativa de que minha entrada no céu pode estar tão perto quanto eu estou de minhas atividades diárias. Em razão disso, vivendo ou morrendo, procuro, agora, mais do que nunca, fazê-lo pelo Senhor.


PS. Artigo publicado originalmente na revista Seara e atualizado para o blog.

20 comentários:

Valdeci do Carmo disse...

Pastor Geremias a paz do Senhor. Li em algum blog sobre o senhor não aceitar o dispensacionalismo. Eu sempre tive uma dúvida quanto ao dispensaconalismo, principalmente devido as tamanhas minuciosidades que são apresentdas. Porém, as Assembléias de Deus o aceitam. Gostaria de dialogar isso com o senhor e aprender um pouco mais sobre o assunto. etniavaldeci@yahoo.com.br

se me der a honra de aprender contigo lhe agradeço desde já.

Valdeci do Carmo

Pr. Carlos Roberto disse...

Caro amigo e pastor Geremias Couto,

A Paz do Senhor!

Seu artigo nos leva à uma reflexão profunda sôbre a vida, o pecado, a salvação em Cristo e a existência do céu.

Através do nosso contato, via Facebok ontem à noite, quando falamos sôbre o assunto, fiquei sabendo do novo post, mas somente nesta manhã pude lê-lo.

Fui divinamente abençoado!

Seu texto, definitivamente coloca nossos pés no chão e a cabeça no céu.

Glórias ao Senhor!

Um grande abraço!

Seu conservo em Cristo,

Pr. Carlos Roberto

Francikley Vito disse...

A Paz de Cristo, Pr. Geremias.
Com sua permissão, gostaria de recomendar as teus leitores um artigo-estudo sobre "A Doutrina da Morte", estrito pelo prof. Caramuru A. francisco e publicado em nosso blog.Em gratidão, um abraço.
http://vosbi.blogspot.com/2010/02/doutrina-da-morte-16.html
www.vosbi.blogspot.com

Pastor Geremias Couto disse...

Prezado pastor Valdeci:

Tenho dificuldades desde a infância para compreender e aceitar o dispensacionalismo, que só em anos recentes tornou-se um sistema teológico desenvolvido, começando com o seu primeiro sistematizador, Darby, passando por Scofield, que propagou a ideia e chegando sobretudo a Dake, que muito contribuiu para consolidá-la nos círculos pentecostais.

Não posso classificá-lo como doutrina por não encontrar fundamento bíblico para essa sequência de dispensações com especificidades tão rigorosas, que não percebo reveladas nas Escrituras.

Creio em alianças e pactos, estes sim, com evidências explícitas na Palavra de Deus.

Espero tê-lo ajudado.

Abraços!

Pastor Geremias Couto disse...

Obrigado, amigo e pastor Carlos Roberto, pela amável visita e comentário enriquecedor.

"Pés na terra e a cabeça no céu", este é nosso lema.

Abraços!

Pastor Geremias Couto disse...

Preado Franciklei:

Lerei a matéria do prof. Caramuru.

Abraços!

Valdeci do Carmo disse...

Ajudou muito nobre pastor. Foi muito difundido por Lourenço Olsen em nosso meio e aceito como verdade absoluta sem questionamento. Não quero polemizar nada, pois crer ou não em tais ensinamentos em nada afeta a nossa salvação. Mas gostaria de me aprofundar mais principalmente nos ensinos sobre a escatologia por um prisma diferente. Ministro aula de escatologia, ensino o dispensacionalismo, mas sempre vejo algo faltando e no caso da Escatologia existem alguns pormenores que gostaria de discutir a luz do raciocinio teológico sem a influência dogmática da igreja. Não quero polêmizar mas aprender mais e me firmar em convições sólidas. Como o senhor nunca aceitei o dispensacionalismo como unica forma de interpretação bíblica. Abraços, não sou bom com escrito, perdoe-me por ter me repetido tanto.

Anseio ver mais uma lição sua em breve.

Valdeci do Carmo

Daladier Lima disse...

Prezado Pr. Geremias, lembrei de um hino antigo do Feliciano Amaral: Tenho saudade do Céu, minha´lma quer descansar... Como ter saudades de um lugar aonde nunca se foi? Somente o Céu desperta este sentimento.

Marcelo Dornelas disse...

pastor Geremias,

tenho acompanhado atentamente os últimos posts e gostado bastante,gostaria de saber do nobre pastor se o uso de Levítico 19:28 como base para considerarmos inapropriado que um cristão use tatuagens seria forçar o texto.

Lucas Marim Santos disse...

A Paz do Senhor.

Boa é a providência do Senhor. Não há comparação.

Mas o que não me sai da cabeça é que, mesmo que em Jesus eu tenha a garantia do céu com Ele, me inquieto pois para muitos a perspectiva de céu, por mais que possam ter todas as oportunidades de desfrutar dos "céus" aqui da terra ("céus" pois são sombra do que há de vir), não chegam perto de conhecer o mais importante do Céu, O que sustenta todas as e por Ele são todas as coisas. Não vêem na verdade nem a sombra do céu verdadeiro, o céu espiritual, a Cidade do Nosso Deus.

Então, temos que correr para que a esses possa ser oferecido passaporte para esse céu, e o nosso Acesso ao Céu é Jesus Cristo, o mesmo que faz com que minha alegria seja completa, mesmo em momentos que os problemas querem me cobrir ou que as alegrias daqui da terra querem me fazer desistir do céu.

Que o Senhor continue te abençoando e que bom é pensar em todo o tempo nas coisas que são de cima.

Colossenses 3
1 ¶ Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus.
2 Pensai nas coisas que são de cima e não nas que são da terra;
3 porque já estais mortos, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus.
4 Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então, também vós vos manifestareis com ele em glória.

Magda disse...

Prezado Pastor Geremias,

Em uma ocasião quando eu estava fazendo um estudo sobre a razão pelo qual a morte de cruz era vista como a forma mais vergonhosa de morte no período do império romano, li que tal fato era assim, pois aquele que era crucificado seria visto por todos que por ali passassem como tendo sido considerado indigno do céu e da terra e daí ter ficado pendurado entre o céu a terra. Ao ler este comentário meu coração se constrangeu ardentemente, pois compreendi que o nosso Amado Salvador Jesus Cristo se colocou na posição de ser considerado indigno do céu e da terra, para que nós, imerecedores do céu que somos, viéssemos a nos tornar dignos, pela justiça dEle, de sermos moradores do céu. A Ele seja a glória, para sempre, Amém.

Sola Scriptura disse...

Jesus falou que o céu é pra mim

Jesus falou que o céu é pra mim, o céu é pra mim, o céu é pra mim .
Jesus falou que o céu é pra mim, o céu é pra mim
e eu vou com ele sim .

E se você quiser o céu também
Precisa aceitar Jesus em seu coração
Para poder lhe transformar e o seu lhe dá
E lá você morar.

Eu sou fiel e Jesus me quer bem
Jesus me quer bem, Jesus me quer bem
Por isso eu sei que o céu é pra mim
O céu é pra mim, eu vou pra glória sim

Ouça em http://www.musicwebtown.com/ebbavi/292717

Esdras Costa Bentho disse...

Kharis kai eirene

Texto glorioso Pr. Geremias.
Os homens preocupam-se tanto com os problemas, circunstâncias e prazeres da vida diária que não sobra tempo para pensarem aonde viverão após a morte. Muitos vivem setenta anos, alguns chegam até cem, sem interessar-se com a mais intrigante e importante questão da vida: Onde passarei a eternidade? Temos do nascimento até a morte para respondermos a essa pergunta, mas, infelizmente, a vida de alguns é ceifada tão repentinamente que não é possível respondê-la.
Eis, portanto, um texto evangelistíco memorável de sua lavra.

Se me permite: escrevi no http://teologiaegraca.blogspot.com/2009/12/o-ceu-existe-verdadeiramente.html, um texto a respeito da doutrina bíblica do céu.

Um abraço

Marcelo disse...

Ó, sim, eu acredito no céu. Acredito na sua beleza, na sua riqueza... mas, mais do que tudo, acredito que o que há de mais belo, mais rico, mais glorioso que existe, Jesus, estará lá me esperando - só por sua graça e seu amor. Um pecador arrependido, miserável, que agora, rico, santo, encontra o seu Salvador. O céu só é céu porque Jesus estará lá. E numa pedrinha branca ele mostrará que apenas eu e ele sabemos o meu novo nome.


Glória para sempre a ti, Jesus. Glórias eternas.

Marcelo Hagah
João Pessoa-PB

Marcelo disse...

Sobre "ter saudades do céu", acho que é uma questão que o Miguel Ângelo, da Cristo Vive, pode responder - embora isso tenha um sabor um tanto TJ ou Mórmon, sei lá.

Marcelo Hagah
João Pessoa-PB

Pastor Geremias Couto disse...

Caro Herlon Chaves:

Muito obrigado pelo comentário. Não o publiquei o por constar ali os seus telefones pessoais. Entrarei em contato assim que voltar ao Rio de Janeiro nesta segunda-feira para discutir os detalhes do convite.

Abraços em Cristo!

Marcelo Dornelas disse...

Pastor Geremias a paz do Senhor!

Quando o assunto é política os evangélicos se dividem,uns acham que devemos participar de forma ativa do processo político,mas outros já são contra,usando inclusive textos bíblicos como o senhor pode verificar:

http://www.vivos.com.br/77.htm

Ou seja se somos ativos reclamam e se ficamos quietos reclamam também,rs,está difícil encontrar um meio termo,rs.

Que Deus lhe abençõe e lhe guarde,

abraços!

Francisco de Aquino disse...

A paz do Senhor Jesus,parabéns pelo blog,gostaria de fazer um convite a você, visite meu blog,nele você encontrará vários artigos sobre apologética cristã,pregações e vídeos musicais.Deus seja contigo.
www.solascriptura-scriptura.blogspot.com

Valdeci do Carmo disse...

Caro Pastor Geremias, gostaria de connversar com o senhor acerca de alguns assuntos. Entre eles a escatologia.Não sobre correntes escatológicas mas sobre o que a Bíblia diz acerca da escatologia, em especial a segunda vinda de Cristo. Sei que o Senhor tem inumeras ocupações, mas se puder reservar um período semanal e algumas trocas de e-mails. meu e-mail etniavaldeci@yahoo.com.br ou paracletologia@hotmail.com


valdeci do carmo

Pr Junior disse...

A paz do Senhor Pr Geremias,

Parabenizo pela mensagem esclarecedora e oportuna.
Estou acompanhando seu blog e tenho aprendido muito com as sábias postagens.

Abraço.

Pr Junior/ Penápolis/SP