quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Samuel Câmara permanece reintegrado à CGADB


Quando se divulgou a notícia de que o Primeiro Grau tinha acatado o efeito suspensivo, mantendo o pastor Samuel Câmara desligado da CGADB até o julgamento de mérito no Segundo Grau, este blog preferiu aguardar para dar uma notícia mais completa por perceber que poderia haver alguma falha processual e não uma decisão do juiz de Primeira Instância. Foi o que aconteceu.

Nesta segunda-feira, dia 17 de fevereiro, o juiz José Renier da Silva Guimarães chamou o processo à ordem e tornou sem efeito o despacho anterior, com a seguinte observação: "Recebo, pois bem, em sendo a sentença confirmatória dos efeitos da tutela, a apelação apenas em seu efeito devolutivo, nos termos do inciso VII CPC 520".

Em outras palavras, o efeito suspensivo foi uma falha processual, visto que não podia contradizer a sentença, que confirmava os efeitos da tutela. Em linguagem comum, o pastor Samuel Câmara permanece reintegrado aos quadros da CGADB.

A julgar pela decisão, o Primeiro Grau deverá seguir a mesma linha no recurso impetrado pela Mesa Diretora da CGADB contra a reintegração do 1° Tesureiro, pastor Ivan Bastos, que terá de reassumir suas funções, mesmo que os diretores da entidade não queiram.

3 comentários:

PB. João Eduardo Silva disse...

Saudações em Cristo! prezado Pr. Geremias do couto, diante de tantas brigas, contradições e confusões, não consigo enxergar outra solução pra nossa cgadb senão a terceira via.
Sei que Deus pode fazer o impossível, mas o problema é que nossos líderes estão mais preocupados com seus cargos do que com o bem da instituição.

Abraços no amor de Cristo -
Pb. João Eduardo Silva - AD Min. Belém - SP.

pr jeremias disse...

acho que a mesa diretória deveria respeitar as decisões dos votos, se esses pastores ganharão através de votações o minimo que deveria se respeitar é nossos votos, mais sempre o dinheiro fala mais alto, e perderão o temor de Deus.

Pr Fco Silva disse...

O voto é uma decisão soberana, e deva ser respeitado acatado.Tentar proibir a função a quem o voto a delegou ao meu vê deva ser crime