sábado, 2 de julho de 2011

Centenário e Terceira Via: o que têm em comum?


 Centenário das Assembleias de Deus no Brasil já é história. Qualquer análise que se faça agora corre o risco da parcialidade. Ainda estamos sob o calor das comemorações e à sombra dos episódios que marcaram as etapas de preparação para os eventos. Qualquer consideração feita daqui a cinco ou 10 anos certamente terá a isenção necessária para melhor emitir juízo de valor. O tempo coopera para dissipar dúvidas, apurar dados, filtrar informações, ajuntar peças e, com isso, produzir uma análise mais racional. Mas não posso postergar a minha avaliação até porque tomei a atitude de ficar distante das celebrações pelos motivos já conhecidos, o que me dá alguma isenção para dizer o que penso sem deixar de ser fiel aos fatos. Uma razão a mais é que estamos prestes a ver o início de outro processo: a deflagração das articulações para a escolha do novo presidente da CGADB em 2013. Não há como dissociar o Centenário das eleições. Ambas as coisas se interconectam.

Não discuto aqui a legitimidade de a Igreja-Mãe ter promovido a sua comemoração. Nada mais justo que os irmãos de Belém celebrassem a data. Direito liquido e certo. Sempre defendi isso. Foi ali que, por direção de Deus, aportaram os dois pioneiros, Gunnar Vingren e Daniel Berg, para plantar a semente das boas novas e lançar as bases do movimento pentecostal, que depois se espalhou por todo o Brasil. Quem conhece a história sabe quantas lágrimas foram derramadas, quantas perseguições enfrentadas, quantos percalços ultrapassados para que a obra prosperasse e alcançasse todos os rincões do país. Tenho as minhas reservas quanto ao uso de fogos de artifício, gelo seco e ao nome de um ou outro pregador, mas este não é o nosso assunto. O ponto é que a celebração era legítima.

A grande pergunta que me fazem, no entanto, é se a ida dos pastores Samuel Câmara e Firmino Gouveia às celebrações da CGADB uma semana antes, em Belém, bem como a presença do Presidente da CGADB, juntamente com a Mesa Diretora da organização, nas celebrações da Igreja-Mãe, representaram a tão sonhada unidade no Centenário. Perguntam-me se isso teria sido resultado do movimento que lançamos em nossos blogs. Tenho os pés no chão. Procuro não ser ufanista. Se, por um lado, a nossa luta foi legítima, por outro reconheço que não alcançamos o fim desejado, embora tenhamos contribuído, como elemento de pressão, para que esse gesto protocolar ocorresse. Não se poderia esperar outro comportamento. Prevaleceu o bom senso. Mas ficou muito longe do que, de fato, era o desejo de milhares de assembleianos em todo o Brasil.


Tenho as seguintes razões para pensar desta forma.


Em primeiro lugar, o nosso anseio era que houvesse uma só comemoração, reunindo  CGADB, CONAMAD e Igreja-Mãe. Foi o que propus ao pastor José Wellington Bezerra da Costa e ao Diretor Executivo da CPAD, Ronaldo Rodrigues de Souza, logo após o resultado das urnas, na Assembleia Geral Ordinária da CGADB realizada em Serra, ES, em abril de 2009. Esse foi também o espírito do movimento lançado em nossos blogs. Para que tal objetivo fosse alcançado, havia a necessidade de a celebração ser organizada por uma coordenação que tivesse representantes e contemplasse de maneira justa os ideais das três partes. Essa foi a ideia que passei aos líderes há pouco mencionados. Isso, todavia, jamais aconteceu.

Em segundo lugar, o pastor Samuel Câmara, com justa razão, foi enfático em Cuiabá, MT, por ocasião da última Assembleia Geral Ordinária da CGADB, que não concordava com as celebrações paralelas da CGADB em Belém. Eu também jamais concordei. Inicialmente, quando soube que haveria um evento da organização na capital paraense, pareceu-me tratar-se apenas de um encontro de lideranças, não aberto ao público, para uma celebração interna. Não demorou muito para compreender que a minha percepção estava errada. Havia também a previsão de uma comemoração aberta. Ora, a meu ver, tal iniciativa não tinha o menor cabimento. Mas o pastor da AD centenária disse na mesma fala que, mesmo sem concordar, não tolheria a participação dos membros da Igreja-Mãe no evento. Portanto, é de se pressupor que sua ida, juntamente com o pastor Firmino Gouveia, foi consequência natural do que prometera em Cuiabá e um gesto de consideração para com a CGADB. Ou seja, ele não teria mudado de opinião a respeito.

Em terceiro lugar, a ida dos principais líderes da Igreja-Mãe ao evento promovido pela CGADB criou uma nova situação. Depois disso, seria constrangedor se o nosso presidente, juntamente com a Mesa Diretora, não participasse das festividades da Igreja-Mãe. Sei de fonte fidedigna que teria havido contato prévio para se informar sobre como seriam recebidos, tendo em vista toda a “tensão” vivida durante o planejamento das celebrações, em virtude das causas já aludidas. O fato é que lá estiveram, não houve nenhuma hostilidade, foram bem acolhidos, mas tratou-se simplesmente do cumprimento de um ritual protocolar. Não houve nenhum milagre, nada mudou, o lavar os pés uns dos outros não aconteceu. Isto quer dizer que, embora com a presença de caravanas de várias partes do país, a celebração continuou sendo da Igreja-Mãe, sem as caractarísticas propostas por mim à liderança de nossa Convenção e pelo movimento lançado em nossos blogs. Uma semana antes a CGADB fez o seu evento, a meu ver extemporâneo, porque realizado unilateralmente em Belém, e uma semana depois a Igreja-Mãe fez o seu, perfeitamente legítimo, por ser ela a origem de todas as demais. Esses são os fatos


Com o intuito de reivindicar a pretensa unidade na celebração, alguém poderá dizer que houve, na oportunidade, um acordo para o reconhecimento da CIMADB (Convenção que reúne os pastores da Igreja-Mãe) pela Mesa Diretora da CGADB, com o compromisso de referendá-la posteriormente no plenário convencional, como noticiado no Point Rhema. Mas isso ocorreu sob forte pressão, inclusive de uma liminar que garantia judicialmente esse reconhecimento. Por outro lado, não fazia sentido a CGADB reconhecer outros casos similares no Brasil e postergar a solicitação de Belém por mero capricho ou, provavelmente, pela não concordância da COMIEADEPA. Embora eu entenda que essas homologações plurais de convenções em um mesmo Estado, com jurisdição em outros estados, tornem a nossa estrutura eclesiástica ainda mais tortuosa, esse é o sistema que vigora. Ou seja, deixar de homologar a Convenção da Igreja-Mãe em nada o melhoraria. É o sistema que precisa ser reestruturado, mas aí são outros quinhentos. Assim, se o acordo, de um lado desanuvia o ambiente, de outro só fez formalizar uma situação já existente, resultando apenas na retirada do instrumento judicial que garantia a liminar. Isso em nada mudou o modo como os 100 anos das Assembleias de Deus no Brasil foram e estão sendo celebrados.

A verdade é que o Centenário encerra apenas um capítulo no âmbito dos embates dentro da CGADB. Outro agora se inicia, com o seu ápice previsto para abril de 2013, mês das eleições para um novo mandato à frente da nossa Convenção. Daqui a pouco a campanha estará nas ruas, certamente com o mesmo rito e as mesmas práticas das duas últimas eleições anteriores. Em um polo, o pastor Samuel Câmara como candidato. Pelo menos é o que deduzo das palavras de alguém que se assina por Sóstenes, conforme o print abaixo do seu comentário no Point Rhema. Em outro polo está o pastor José Wellington Bezerra da Costa (o atual estatuto lhe dá direito a uma reeleição) ou outro nome que, eventualmente, ele vier a apoiar. Em outras palavras, a polarização continua e ganhou contornos mais acentuados com o Centenário. É como se fosse um cabo de guerra. Estaremos, portanto, entre duas opções que, a meu ver, não mais atendem aos anseios das Assembleias de Deus no Brasil.






Por essas e outras razões venho falando há mais de um ano na necessidade de uma terceira via para romper com essa polarização, que esgarça cada vez mais a CGADB. Tenho conversado com muita gente, venho divulgando no twitter, e percebo bastante simpatia pela ideia. 

Mas o que é essa terceira via como proposta?

Este será, se Deus quiser, o  tema de minha próxima postagem.

23 comentários:

Newton Carpintero, pr. e servo disse...

Prezamigo pr. Geremias do Couto,

A paz de CRisto, o nosso Senhor!

Com grata surpresa, após não conseguir conciliar o meu sono, resolvi às 3 horas da manhã levantar-me e visitar a internet para aguardar o sono chegar, e me encontrei com a sua matéria nova em folha. Matéria esta que, povoa as suas entrelinhas com bons alertas, e necessárias referências ao que resultou dos 100 anos de uma denominação e sua comemoração.

Implícita, certamente, os fatos angustiantes que causou, muitas tristezas e poucas alegrias, considerando muito bem, o excesso de aprendizados para o que der e vier no futuro, bem próximo.

Consideremos os erros e acertos, que poderão ser aplicadas nas gerações futuras, se houver esta oportunidade. Jesus está às portas!

Parte do seu texto copiado a seguir, entre aspas, permite-nos chorar pela infantilidade ocorrida nos líderes, exatamente, onde a seriedade deveria ter sido aplicada, pelo menos, por amor ao Senhor Jesus Cristo, como motivo maior, da igreja Assembléia de Deus existir. E não, a alguns homens que desejam se portar como deuses da igreja:

"para que esse gesto protocolar ocorresse. Não se poderia esperar outro comportamento. Prevaleceu o bom senso. Mas ficou muito longe do que, de fato, era o desejo de milhares de assembleianos em todo o Brasil."

Creio que deve ser colocado em pauta com total responsabilidade, a necessidade de se encontrar novos nomes, para que uma nova direção receba uma virgem oportunidade. Seria bem salutar!

Creio que a igreja cresceu o bastante, e, é ao meu ver, bem necessário não escolher-mos apenas um, mas alguns presidentes e muitos vices.... presidentes, na futura gestão.

Afinal, confiaremos em carros e em cavalos, ou faremos menção do nome de Deus, nesta jornada? Vale meditar!

Uma sugestão (pode parecer um tanto agressiva):

Todos os que forem consagrados ao ministério, pelo menos, com um ou dois anos, antes da votação para 2013, devem ser proibidos de votar.

Parece que estou fora de mim, mas sei, o por quê, desta sugestão.

Há alguns anos, ou seja, na eleição penúltima, alguns foram consagrados, somente para receberem a oportunidade de votar, em quem o consagrou. Triste verdade!

Podemos evitar que se repita a insalubre façanha.

O Senhor seja contigo, nobre pastor,

O menor de todos os menores.

Carlos de Lucena disse...

Prezado pastor Geremias. Embora eu seja defensor da segunda via (Samuel Câmara) até porque ainda não permitiram que ele fosse a primeira - entendo ser perfeitamente cabível e democrática a defesa de uma terceira via. E quem sabe não só uma terceira, que com certeza já é uma plataforma para o lançamento de um terceiro nome para 2013, mas uma quarta, quinta ou mais vias. Afinal o Estatuto da CGADB não limita o número de candidatos, ainda que mentes alienadas trabalhem para que se alguém ouse candidatar-se seja tratado como um rebelde, divisor e usurpador ou mais levemente seja aconselhado a “esperar o tempo de Deus”, tempo esse que eles se acham no direito de cronometrar. Assim como pensamos que no país existem mais que um nome ou dois, é plausível pensar até em mais nomes concorrendo. Para não cairmos no erro de Elias e pensarmos: “...eu fiquei só.”, se não o Senhor nos dirá: “...ainda tenho sete mil.” Um abraço.

Anônimo disse...

Pr. Raimundo nonato, disse:

Concordo inteiramente com o senhor, portanto assino em baixo, mas... quem vai se habilitar a esta 3ª via? Quem vai ter esta coragem? srrsrs Ai que tá!
No caso de uma 3ª via boa e elegível, eu fico com ela, caso não, fico com o pr. Samuel, pois ele ainda não foi presidente da CGADB, e sinceramente queria vê-lo lá, para ver o que ele ia fazer. Pior do que tá não fica. rsrsrsrsr

Cleison Brugger disse...

A CGADB, infelizmente, há muito deixou de atender os interesses das Assembleias de Deus no Brasil. O objetivo de sua fundação por Gunnar Vingren e outros obreiros, em 1930, foi totalmente arrasado e posto por terra. Sinceramente, fico sem ter o que opinar. Só me basta apoiá-lo, pastor Geremias, em sua ideia de uma 3ª via e orar ao Senhor para que Ele, e somente Ele, tome a cadeira de honra desta convenção.

Anônimo disse...

Lavar a própria cara é bem mais fácil. Díficil será lavar os pés uns aos outros.
PAULO MORORÓ

Erlon Andrade disse...

Tenho uma solução para esse caso:

Vamos preparar uma marcha pelas avenidas do Brasil ou então um plebiscito. Com certeza dará resultados ou pela burrice ou pela insistência de quem participar.
Conforme foi dito no texto a participação dos envolvidos em suas respectivas "Celebrações" não significou "paz", mas sim uma pausa na pouca vergonha.
A festa do centenário já passou e diga-se: Só foi uma desculpa para o entrave.
A única realidade hoje para os fiéis não só da Assembléia de Deus mas para todas a denominações é:
Ter uma fé alicerçada em Deus e um testemunho forte de sua palavra, pois, só assim permaneceremos no alvo. Se formos depender desses "líderes" não chegaremos a lugar algum.
Precisamos parar de dar ibope e sim ter posição contra toda e qualquer lambança no nosso meio.
Já sou um leitor assíduo de sua página.

http://www.oquedeustemfeitoemtuavida.net/2011/06/vergonha-de-um-centenario-falido.html

Anônimo disse...

Saudações no senhor Jesus!, concordo plenamente com sua opinião. HÁ alguns anos atrás eu achei que o Pr. Samuel Câmara seria uma boa opção, mas entendo que ele se perdeu ao longo do caminho e hoje não é mais.
Escrevi um comentário em seu blog no ano passado que uma ótima terceira via seria sua candidatura e o Pr. Carlos Roberto como 1º. vice. Continuo pensando assim, acho que O atual presidente já está desgastado, e a cgadb precisa voltar aos trilhos.

Abraços no amor de Cristo -
Pb. João Eduardo Silva - AD Min. Belém - SP.

Anônimo disse...

Roberto Nascimento, DC. Da Assembleia de Deus em Belo Horizonte-MG.

Essa "terceira via" é o irmão mesmo? Já pensou nisso? Voce tem mais credibilidade que os dois juntos. Sem bajulação!

Pastor Geremias Couto disse...

Prezado Roberto Nascimento:

A terceira via, neste momento, não é um nome. É uma proposta de resgate da CGADB como entidade agregadora dos pastores vinculados à Assembleia de Deus. Ainda esta semana, se Deus quiser, publicarei a nova postagem, apresentando os pontos principais dessa proposta.

Posteriormente, ela será encaminhada aos presidentes de convenções estuduais e membros de órgãos da CGADB.

Quanto ao meu nome, não sou candidato e nem tenho essa pretensão. Mas como trato desse e de outros assuntos, buscando sempre sintonizar a minha vontade à vontade de Deus, peço-lhe que simplesmente dirija a minha vida.

Por outro lado, como terceira via, qualquer formalizaação de nome, agora, tiraria o seu mérito como proposta, que tem como linhas gerais algo totalmente diferente do que aí está.

Abraços!

Pastor Geremias Couto disse...

Prezado Paulo Mororó:

Faz tempo que não lhe vejo por aqui. Sempre bem-vindo!

Pastor Geremias Couto disse...

Prezado pastor Newton:

Foi um prazer desfrutar da sua companhia em nosso primeiro encontro, onde, por mais de quatro horas, conversamos bastante sobre as coisas concernentes ao Reino.

Foi muito bom também ter a sua companhia no Café do Conselho de Pastores do Sul da Flórida e no culto de quarta-feira, dia 29 de julho, na igreja sob a direção do pastor Marcos Machado, onde, por sua iniciativa, tive a oportunidade de proclamar a Palavra de Deus. Obrigado.

Quanto à postagem lida pelo irmão numa madrugada, em virtude de insônia, espero que depois ela não tenha aumentado. (rsrs).

Abraços!

Pastor Geremias Couto disse...

Prezado Carlos Lucena:

Suas ponderações são corretas. O novo estatuto da CGADB não é restritivo quanto a quem pode ser candidato, ao número de candidaturas e à forma de apresentá-las desde que cumpram os critérios previstos de documentação.

Seria excelente se surgissem outros nomes, além dos dois que, em tese, já estão colocados.

Enquanto isso, vamos trabalhando etapa por etapa a ideia da terceira via.

Abraços!

Pastor Geremias Couto disse...

Prezado Pastor Raimundo Nonato:

Vamos continuar a trabalhar a ideia. Creio que na hora certa teremos um nome com condições de encarnar a proposta.

Abraços!

Pastor Geremias Couto disse...

Prezado Cleison:

Válidas ponderações. Creio na soberania de Deus. Certamente ele nos guiará em todos os passos.

A propósito, tornei-me seguidor dos seus blogs.

Abraços!

Pastor Geremias Couto disse...

Prezado Cleison:

Válidas ponderações. Creio na soberania de Deus. Certamente ele nos guiará em todos os passos.

A propósito, tornei-me seguidor dos seus blogs.

Abraços!

Pastor Geremias Couto disse...

Prezado Erlon:

Embora estejamos vivendo a crise que você menciona, há em todas as denominações aqueles que permanecem fiéis a Deus. Que sejamos contados entre eles!

Já me tornei seguidor do seu blog.

Abraços!

Pastor Geremias Couto disse...

Caro presbítero João Eduardo:

É sempre um prazer ter os seus comentarios por aqui.

Quanto ao nome do pastor Carlos Roberto, trata-se de alguém que tem todas as qualidades até para ser candidato à presidente da CGADB.

Todavia, tanto ele como eu sabemos que não é hora, ainda, de apresentar nomes. O que importa, neste momento, é mobilizar para a terceira via. Para isso, é preciso que todos os pastores saibam o que isso significa como proposta.

Abraços e sempre bem-vindo!

PR MAURICIO BRITO disse...

pr Jeremias, essa 3º via é salutar.

PR MAURICIO BRITO disse...

Olá Nobre Colega Pr Jeremias.
1. 3º Via, quem se habilita? Na cultura asssembleiana dificilmente alguém se habilitará; primeiro porque a maioria dos pastores estão comprometidos com A ou B; segundo porque foi plantado uma semente daninha na mente dos pastores assembleianos que concorrer cargos eletivos tanto na igreja quanto na convenção é rebeldia, opositor, divisor e o mais são taxados de desviados e outros adjetivos semelhantes; por esta razão é que eu digo "3º via quem habilitará? Um outro detalhes de dificil rompimento são os vicios comportamentais, como por exemplo: "Você não mexe comigo que eu não mexo contigo"

2. 3º Via, quem se habilita?

Adenilson Moreira disse...

Acho muito difícil haver uma terceira via. Até porque temos 3 tipos de convencionais:

1) Os que apoiam o atual presidente
2) Os que apoiam SC
3) Os que gostariam que houvesse uma terceira via.

O grande problema aí é que:

1º) O terceiro grupo, ao que me parece, é muito pequeno para bater os outros dois grupos.
2º) Sei que é triste dizer o que vou dizer, mas até dentro da igreja, isso é verdade: "Não se entra em política sem dinheiro".
3º) Se o próprio SC, com todo apoio que teve, toda estrutura, viajando o Brasil inteiro atrás de apoio, não conseguiu vencer por duas vezes, vocês acham que outra pessoa conseguirá?

Sinceramente, acho que pra outra pessoas ganhar, que não sejam os dois que aí estão, só se for uma pessoa indicada por um deles. Até porque uma terceira via, primeiro teria que ganhar uma pré-eleição que seria a simpatia de pastores do grupo A e do grupo B e isso não se faz de uma hora para outra e 2013 está as portas.

Pastor Geremias Couto disse...

Caro Adenilson (ou Nill):

Creio que a postagem que acabei de publicar hoje responde a alguns de seus questionamentos.

Pastor Geremias Couto disse...

Caro pastor Maurício:

Citei a sua pergunta na postagem que acabei de publicar hoje.

Abraços!

claudiopimenta disse...

pastor nao faço parte de nenhuma via

estou num campo de uma assembleia de Deus e aqui nao faz diferença

seria otimo sem duvidas sua proposta vejo claramente que o senhor e compromissado com a verdade

mas por aqui a unica pergunta que me fazem os crentes e por que dia de sabado tem 3 presidentes de 3 assembleias pregando na tv um apos o outro!

lamento muito mas a cgadb ou qualquer outra convençao seja estadual regional ou nacional so gasta dinheiro e disputa poder esquecendo o foco MISSOES!

NAO CREIO que os dois senhores que estao brigando com seus aliados há anos vao abrir mao de seus pontos de vista e PODER!


MAS nao custa nada tentar!