segunda-feira, 7 de junho de 2010

CGADB: Uma nota que nada esclarece


Esperava uma nota esclarecedora e transparente da Mesa Diretora da CGADB diante dos graves fatos que vieram à luz com as renúncias do pastor Silas Malafaia e Antonio Silva Santana. Mas o que vi, em síntese, foi uma tentativa de fugir das responsabilidades e empurrar o imbróglio para as mãos do tesoureiro que renunciou ao cargo, o que reforça a similaridade com o famoso baile da Ilha Fiscal, como demonstrado na postagem anterior. Deprimente. Ainda assim, com a devida licença do Reinaldo Azevedo, e no pleno uso de meus direitos como afiliado da CGADB sob o número 3866 (bem antigo, por sinal), farei um vermelho e azul para emitir o meu juízo de valor a respeito da nota.


Aos fatos:


A MESA DIRETORA da CONVENÇÃO GERAL DAS ASSEMBLÉIAS DE DEUS NO BRASIL – CGADB – tendo tomado conhecimento de que circulam na internet as comunicações de renúncias do 1º vice-presidente e do 1º tesoureiro, pastor Silas Lima Malafaia e pastor Antonio Silva Santana, respectivamente, nas quais os ilustres e eminentes servos de Deus expõem a esta Mesa Diretora as razões motivadoras de suas renúncias, por amor à verdade e para espancar eventuais dúvidas quanto à integridade e lisura dos signatários na condução dos interesses sociais da nossa veneranda CGADB, esta cumprindo o seu dever espiritual, moral, estatutário e legal de defender a instituição e ao seu órgão diretivo na forma do estatuto social em vigor, vem ao público prestar os seguintes esclarecimentos, por amor à verdade e respeito às consciências daqueles que pugnam por uma conduta séria, honrada e espiritual, como convém a todos que servem na seara do Senhor Jesus:


Sem pôr em dúvida a credibilidade dos membros da Mesa Diretora da CGADB. aos quais respeito, nem a dos que renunciaram aos seus respectivos cargos, que merecem também a minha consideração, a introdução acima transparece que tudo será esclarecido e sanada qualquer dúvida que paire no ar. Traz a esperança de que as denúncias, na melhor das hipóteses, não passam de equívoco. No entanto, à medida em que se lê os pontos seguintes, essa expectativa se esvai. Continuemos.


1) Na notificação firmada pelo ilustre pastor Silas Lima Malafaia, foi comunicada a sua renúncia ao cargo de 1º vice-presidente da CGADB, eleito que foi na última Assembléia Geral Ordinária em Vitória-ES, em abril de 2009, como também o seu desligamento do quadro de membros. Evidentemente que poderia ter ocorrido a renúncia sem o desligamento, pois a primeira não era dependente da segunda. Os motivos apontados na precitada comunicação não são atuais, pois, como ele próprio diz, “Tais denúncias, por oportunidade da última Convenção da CGADB, restaram integralmente comprovadas em trabalho realizado por comissão formada para esse fim, cujo relatório só foi aprovado com as ressalvas e obrigações de apresentar balancetes”. Esta Mesa Diretora já se manifestou anteriormente por nota de esclarecimento similar à presente, publicada no jornal Mensageiro da Paz, nº 1.490, de julho/2009, por ocasião de manifestação televisiva de outro convencional.


A questão, aqui, não é se poderia haver a renúncia sem o desligamento do pastor Silas Malafaia. Isso, por óbvio, não é parte da questão. É dispensável como argumento. É inócuo como defesa. É palavrório sem valor. O que conta é o reconhecimento que o próprio parágrafo faz, ao transcrever o parágrafo em que o pastor Silas justifica a sua renúncia, de que na última assembleia o "relatório só foi aprovado com as ressalvas e obrigações de apresentar balancetes". O que até agora ainda não aconteceu. Ou seja, não é matéria ultrapassada, como deixa transparecer a nota já que os balancetes continuam sendo aguardados. Esse é o fato.


2) Conforme disposição contida no artigo 44, III, do estatuto social em vigor, o atendimento das exigências da precitada comissão especial a que se referiu o renunciante não era, como não é, de todo o órgão diretivo, mas do 1º tesoureiro, como a seguir transcrito:


“Art. 44. Compete ao 1º Tesoureiro:


III – elaborar o relatório financeiro e apresentá-lo trimestralmente ao Conselho Fiscal e bienalmente à Assembléia Geral Ordinária;”


Portanto, trata-se de competência legal individual específica, cabendo àquele que foi eleito para o cargo ter consigo a consciência da atribuição que lhe é conferida pela norma estatutária;


Aqui se apresenta um verdadeiro sofisma, como se vê mais embaixo, usando-se o que está estatuído para transferir ao tesoureiro da atual gestão, que renunciou, a responsabilidade sobre os possíveis descalabros na administração da CGADB. Ora, leiamos outra vez o que diz o Artigo 44, inciso III, como competência do primeiro tesoureiro: "elaborar o relatório financeiro e apresentá-lo trimestralmente ao Conselho Fiscal e bienalmente à Assembléia Geral Ordinária".


Quem era o tesoureiro da gestão que terminou o mandato em abril de 2009? Certamente não era o pastor Antonio Silva Santana. Por que o então tesoureiro se eximiu de apresentar o balancete de 2007-2009? O que o impediu de fazê-lo? Por que apresentou apenas um simples relatório, que, depois de acalorados debates, foi aprovado com ressalvas sob a condição de os balancetes serem posteriormente apresentados? Ora, caberia ao tesoureiro anterior apresentar esses balancetes, inclusive durante o rito de passagem da função, não ao pastor Antonio Silva Santana, e caberia, sim, à Mesa Diretora zelar para que o estatuto fosse cumprido. É a chamada responsabilidade solidária.


3) Quanto à renúncia do 1º tesoureiro, o honrado servo de Deus pastor Antonio Silva Santana, foi alegado, dentre outros motivos para a sua renúncia, que: a) “só tomei posse em 29 de julho de 2009”; b) “só a partir desta data é que fui tomando conhecimento da real situação fiscal e financeira da CGADB”; c) “a cada dia fica impossível o levantamento de toda a documentação contábil, fiscal e bancária, uma vez que não foi atendida à solicitação do Conselho Fiscal da CGADB lavrado em 12 de março de 2010 solicitando uma auditoria nas contas do mandato anterior a 2009”;


4) Confrontando-as, a Mesa Diretora esclarece:


a) o ilustre renunciante não tomou posse na data por ele alegada, pois ela ocorreu juntamente com os demais eleitos no dia 25 de abril de 2009, conforme o termo por ele assinado, passando a ser de fato e de direito o 1º tesoureiro da CGADB a partir de então.


Com todo o respeito, é gritante e frágil a defesa que faz a Mesa neste ponto. Quando o renunciante diz que "só tomou posse em 29 de julho de 2009", isto, para mim, que jamais conversou com o pastor Antonio Silva Santana a respeito, soa claro como o sol do meio-dia. Ele quis dizer que apenas nessa data assumiu, de fato (embora de direito tenha sido muito antes), as tarefas inerentes à função. E por quê? Provavelmente à espera que lhe passassem os ditos balancetes.


O que soa mais esdrúxulo é a afirmação da nota que literalmente tira o corpo fora da Mesa Diretora ao afirmar que "se o tesoureiro anterior não lhe repassou as informações inerentes ao exercício do mandato anterior, o fato fica restrito aos dois e não a todo o órgão diretivo;".


Se assim é, o que faz então uma Mesa Diretora? Se um tesoureiro não repassa ao outro as informações inerentes ao exercício do mandato anterior, então os demais diretores não têm nada a ver com isso? É algo restrito aos dois? Duvido com todas as letras que qualquer juiz em sã consciência aceite argumento desse jaez. É uma tese de extrema fragilidade! 




b) na condição de eleito e empossado, passou a ser de sua exclusiva competência solucionar as pendências existentes, podendo, inclusive, ter solicitado a cooperação do Conselho Fiscal para proceder aos levantamentos necessários para o perfeito esclarecimento dos fatos, o que não aconteceu;


Aqui há flagrante contradição entre a carta de renúncia do pastor Antonio Silva Santana e a nota da Mesa Diretora. Até porque caberia à presidência fazer cumprir o que foi aprovado com ressalvas na Assembleia de abril de 2009, ou seja, que o tesoureiro anterior apresentasse os balancetes de 2007-2009. Não era tarefa exclusiva do novo tesoureiro. Ao contrário, isto não foi feito, mas mesmo com esta pendência o tesoureiro anterior foi nomeado secretário-executivo da SENAMI.


c) atendendo à solicitação do ilustre renunciante, a presidência autorizou-lhe contratar todos os funcionários necessários ao perfeito desempenho das tarefas da tesouraria, tendo ele contratado com vínculo empregatício apenas um assessor, que não residia na sede da CGADB, e substituído duas funcionárias para as tarefas subalternas;


De que adianta ter novos funcionários contratados, ou apenas um assessor, se o acesso às informações, segundo a carta-renúncia, estava bloqueado, os balancetes do biênio anterior não tinham sido apresentados e o novo tesoureiro pouco ou nada podia fazer? O que precisava, e infelizmente não foi feito, era uma reestruturação administrativa de cabo a rabo, que sanasse todas as dificuldades. E essa era uma tarefa da Mesa Diretora, através da presidência, e não do novo tesoureiro.


d) na reunião da Mesa Diretora realizada em 12 de março de 2010, em cuja data o Conselho Fiscal apresentou o pedido de realização de auditoria referido pelo renunciante em sua notificação, foi decidido que uma comissão especial procederia todos os levantamentos necessários junto à Tesouraria, controladoria, prestadores de serviços, bancos, etc, para esclarecer os fatos e apontar as soluções adequadas, para que fossem atendidas as recomendações contidas no relatório da comissão especial da Assembléia Geral Ordinária realizada em Vitória-ES. Após os exaustivos trabalhos desenvolvidos pela precitada comissão especial, o qual contou com a participação pessoal do renunciante, foi elaborado um relatório apontando os fatos que impediram a apresentação dos balanços dos exercícios de 2007 e 2008, e as medidas corretivas necessárias ao atendimento das exigências legais;


Por que a Mesa não acatou a sugestão do Conselho Fiscal de criar uma auditoria independente ao invés de estabelecer uma comissão especial? Não teria sido o caminho mais correto no atual estado de coisas? Ademais, na carta-renúncia do pastor Antonio Silva Santana ele deixa claro não ter concordado com as conclusões da mencionada Comissão. Pelo relatório acima é possível deduzir o motivo dessa discordância, pois a "precitada comissão especial" apontou fatos "que impediram a apresentação dos balanços dos exercícios de 2007 e 2008", diga-se de passagem da gestão do tesoureiro anterior. Que fatos eram esses?


e) no mesmo relatório, a comissão especial relata que muitos dos cheques emitidos pela CGADB e devolvidos pelas instituições bancárias sacadas foram em razão de convenções afiliadas e alguns convencionais terem pago as anuidades e inscrições de membros para participarem da Assembléia Geral em Vitória-ES em até dez parcelas, e os respectivos boletos bancários e cheques por elas emitidos não terem sido honrados pelos emitentes, o que contribuiu para que os cheques emitidos para pagamentos com as receitas oriundas das anuidades e inscrições não terem sido cobertos;


Ao mesmo tempo em que é ultrajante saber que "convenções afiliadas e alguns convencionais terem pago as anuidades e inscrições de membros para participarem da Assembléia Geral em Vitória-ES em até dez parcelas, e os respectivos boletos bancários e cheques por elas (sic) emitidos não terem sido honrados pelos emitentes", é também sabido que muito disso aconteceu porque a reunião convencional foi transformada em intenso campo de batalha eleitoral com uma mobilização nunca vista antes, não para discutir os valores do Reino, mas simplesmente para votar. Todavia, a entidade emitir cheques para pagamentos em cima de receita futura de elevado risco, é primarismo administrativo.


f) a comissão especial também conseguiu, através do profissional que presta serviços na área de informática, unificar e uniformizar os dados utilizados pela Secretaria Geral e Tesouraria, resgatar as informações financeiras e documentação que permitissem a elaboração dos balanços acima referidos pelo contador, resgatar os cheques devolvidos que estavam em poder de terceiros e proceder as baixas junto aos bancos sacados com baixa nos órgãos de créditos, o que está contribuindo para normalização do funcionamento da tesouraria e controladoria da CGADB.


Se existe esse profissional da informática, como mencionado, quem o contratou?  O tesoureiro ou a Mesa Diretora?  Teria ele trabalhado em parceria com o tesoureiro? Ou as informações levantadas não lhe foram encaminhadas? Como se vê, as coisas permanecem muito obscuras.


Resta claro, portanto, que as motivações para as renúncias, embora pareçam similares, são distintas, pois enquanto o pastor Silas Lima Malafaia usou fatos já ultrapassados, abordados e decididos pela Assembléia Geral em Vitória-ES, o pastor Antonio Silva Santana não teve as iniciativas que lhe cabiam tomar para solucionar as dificuldades herdadas de gestões anteriores à sua, por ter assumido o cargo que traz consigo os encargos atribuídos pelo estatuto social, dentre outros, o de apresentar os relatórios financeiros e contábeis.


Infelizmente nada restou claro. Só trouxe mais confusão. As alegações do pastor Silas Malafaia não foram satisfeitas (os balancetes não foram apresentados) e a nota não provou que o pastor Antonio Silva Santana teve todas as ferramentas para trabalhar ou que era dele a responsabilidade pelos balancetes de 2007-2009. Isso é tergiversar sobre o direito. Para minha tristeza, tudo continua do mesmo tamanho. E parece que só vai piorar.


Considerações Finais


Para finalizar a presente NOTA, e ainda objetivando tratar a questão “dificuldades financeiras” enfrentadas pela Convenção Geral, os esclarecimentos adicionais se fazem necessários:


- A Convenção Geral, sendo uma associação de ministros do evangelho, não de igrejas, conta como únicas fontes de receitas as anuidades de seus membros, os repasses efetuados pela CPAD e, por ocasião da Assembléia Geral, as taxas de inscrições.


- É de amplo conhecimento que, na prática, grande maioria dos pastores cadastrados regulariza suas anuidades somente nos períodos que antecedem a Assembléia Geral.


- Se anexarmos um extrato/planilha referente ao pagamento de anuidades, facilmente será constatado que o último aporte substancial foi no período que antecedeu a AGO em Vitória/ES, mês de abril/2009.


- Trata-se de um hábito pagar as anuidades somente às vésperas das Assembléias Gerais.


- Todavia, a Convenção Geral, para dar o devido atendimento diário em sua sede nacional, no Rio de Janeiro-RJ, mantém um prédio de quatro (4) andares em funcionamento, com quadro de funcionários, Secretária Geral, Tesouraria, todos devidamente registrados e assalariados.


- Toda a infra-estrutura e custeio para a realização da Assembléia Geral são integralmente pagos pela CGADB. As três últimas (RIO/2005 – SÃO PAULO/2007 – VITÓRIA/2009) e também as duas últimas Extraordinárias (FLORIANÓPOLIS/SC/2006 e PORTO ALEGRE/RS/2008) acarretaram para a CGADB despesas elevadíssimas, haja vista a logística para receber os pastores de todo o Brasil. O número de participantes, cada vez maior, sendo cerca de 4.000 no Rio, 10.000 em São Paulo, 17.000 em Vitória, além de 2.500 em Florianópolis e 4.500 em Porto Alegre.


- Todos nós sabemos o quanto custa promover e reunir, por prazo de uma semana, contingente de tal magnitude. Façam seus cálculos.


- Analisem ainda, juntamente conosco, o seguinte: Para dar cumprimento aos seus objetivos sociais, a Convenção Geral, por intermédio da Mesa Diretora, realiza simpósios, seminários, reuniões, assembléia geral nas diversas regiões do País, ocasião em que os ocupantes de cargos em Conselhos/Comissões são convocados. Todos exercem suas atribuições estatutárias sem qualquer remuneração, contando apenas com o reembolso de despesas relativas à hospedagem, alimentação e passagens aéreas.


- É cada vez maior o número de reuniões dos órgãos diretivos da CGADB. Os membros residem nas mais longínquas cidades. Contabilizem.


- Não é estranho, no âmbito da CGADB, a existência de parceiras de viagens e hospedagens em reuniões maiores, sendo natural que tais empresas, na condição de prestadoras de serviços, façam jus aos acréscimos legais em situação de demora no pagamento por serviços efetivamente prestados.


- Enquanto outras associações de grande porte, sem identificarmos a sigla, exigem de seus associados pagamentos mensais de R$ 95,00 (mensalidade: R$ 50,00 + Publicações/Boletins: R$ 45,00), nós, pastores, esperamos a cada dois anos para desembolsarmos R$ 120,00. Lamentavelmente, inúmeros pagamentos de anuidades e inscrições para Assembléias Gerais, efetuados em cheques, não foram honrados.


- Ora, senhores pastores, uma entidade que aufere receitas mais significativas somente por ocasião da Assembléia Geral, não dispondo de outros meios para alavancar recursos; uma entidade que direciona os valores das inscrições em Assembléias para custeio do evento; uma entidade que pacientemente aguarda os períodos pré-convencionais para “cobrar” seus associados; uma entidade que vê a cada ano crescer o número de participantes em Assembléia Geral, acarretando custos elevadíssimos, não é de se admirar, de causar espanto, surpresa, que tal entidade esteja padecendo dificuldades financeiras.


- Com os argumentos fáticos ora expostos, o que pretendemos é afastar as qualificações de “DESMANDOS, DESCALABRO, CONIVÊNCIA”, referidas em uma das notificações supracitadas. Segundo o Dicionário Aurélio, da Língua Portuguesa, “DESMANDO: é ato ou efeito de desmandar. Desobediência. Excesso. Abuso. DESCALABRO: Grande dano ou perda. Ruína. DESMANDAR: Mandar o contrário de (o que se tinha mandado). Transgredir ordens”.


- Pedimos aos pastores do Brasil que analisem a vida pessoal e o ministério de cada um de nós, diretores da Convenção Geral; que reflitam sobre os vários anos de pastorado; que avaliem e pesem os vários anos a serviço da Convenção Geral, sem qualquer apego material ou financeiro, sem qualquer remuneração, pois entendemos que o trabalho feito junto à nossa instituição também faz parte da chamada e da vocação ministerial; e nos respondam se por nossos feitos merecemos ser “rotulados” com os adjetivos de desobedientes, transgressores de ordens, abusadores, causadores de dano, destruidores. Acreditamos que não.


Finalmente, a Mesa Diretora lamenta profundamente os afastamentos dos ilustres e honrados companheiros renunciantes, nada podendo fazer em respeito aos mesmos, senão acatar as decisões pessoais de ambos e adotar as providências estatutárias para as substituições, mediante a convocação de Assembléia Geral Extraordinária para deliberar quanto às mesmas, e encaminhar ao Conselho Fiscal os balanços já elaborados para apreciação e parecer do Conselho Fiscal, e encaminhamento ao conhecimento de todos os membros da nossa CGADB.


Na certeza de terem sido os esclarecimentos necessários, permanecemos orando a Deus para que as Suas bênçãos continuem sendo derramadas nas vidas e ministérios dos ilustres servos de Deus renunciantes, ao tempo que manifestamos sincera gratidão pelo empenho de ambos para o progresso de nossa instituição.


Natal, RN, 5 de junho de 2010


Pr. Jose Wellington Bezerra da Costa


Quanto aos demais parágrafos, me eximo de comentar. Não discuto a idoneidade dos membros da Mesa Diretora e o seu compromisso com Deus. Discuto administração. Falo da necessidade de transparência. Refiro-me a uma coisa bem simples: os valores que entram, os valores que saem, para o que saem e como saem. Simples. Receita, despesa e saldo.


Quero ressaltar que não defendo A ou B e nem estou a serviço de quem quer que seja. Continuo rejeitando a introdução de práticas seculares em nossas eleições, mantenho tudo o que escrevi quanto às eleições do Anhembi e acrescento que a Assembleia de Serra, ES, ano passado, foi frustrante para mim. De ambos os lados.


Mas sinceramente esperava que esses quatro anos e a comemoração do Centenário trouxessem um sentimento de unidade e criassem as condições para uma transição pacífica em 2013. Mas pelo andar da carruagem, coisas piores vêm por aí.


Mais uma vez que Deus nos guarde.

31 comentários:

Pr. Sidney Miranda disse...

Paz amado
compartilho o seu pensamento e devido a isso me atrevi a postar na integra sua opinia en meu modesto blog..

No Amor do Pai
Pr. Sidney Miranda.
CIEADEP (Parana)

Pr. Carlos Roberto disse...

Caro amigo e pastor Geremias Couto,

Como pastor, escritor e jornalista, estás se revelando um ótimo advogado!

Entendo que se houvesse uma tréplica para os autores ideológicos (meu entendimento) da referida nota assinada pela Mesa Diretora, muitas palavras bem colocadas seriam lavradas na tentativa de justificar o que na realidade, seria mais fácil admitir diretamente: Erramos!

Salvo melhor juízo, esse é o meu entendimento.

Parabéns pela exposição!

Confesso que aprendi!

Um grande abraço!

Pr. Carlos Roberto

Parabéns pela exposição

Pr. Marcos Serafim disse...

Nobre Pr. Geremias do Couto;

A Paz do Senhor!

Concordo com sua escrita em genêro , numero e grau, pois o lemos através da nota de esclarecimento , infelizmente foi empurrão no problema que não se atenua com a simples nota.
A pergunta é:
1- Por que os balancetes não foram entregues ao novo tesoureiro assim que assumiu a sua posição?
2- Por que tentaram maquiar o relatorio na CGADB rm Vitoria , pois todos nós vimos , como foi a apresentação do balanço finaceiro com gastos exorbitantes?
3- Por que até agora não houve nenhum empenho para sanar , ou pelo menos uma justificação para seus membros?
4- Por que não aceitam uma auditória independente , contra o que e contra quem isso vai pesar?
Pr. Geremias cada dia que se passa com bem disse o senhor em sua escrita vai piorando as coisas , mas quem sabe isso não seja para uma reforma.

Em Cristo,

Pr. Marcos Serafim Silva

Anônimo disse...

pr. Geremias,
paz do senhor.
ao ler a nota da cgadb deduzí também que nada estava esclarecido.
portando estava convicto de que alguém com um conhecimento maior no assunto comentasse algo a respeito.
observando seu comentário,creio eu,que muitos filiados que leram a nota da cgadb também entenderam que nada estava explicado.
( ver futuros comentários )
portando como filiado dessa honrada instituição continuarei aguardando o desenrolar dos fatos,pedindo a Deus que não deixe homens que tem compromisso com a verdade de boca fechada.
assim como você,pr. Geremias,oxalá que surja mais obreiros que não tenham medo de falar a verdade,apareça e falem o que sabem a respeito dos fatos.
assim sendo aguardarei e pedirei a Deus que apresente uma saida, para que a boa imagem da cgadb seja restituida.

josé Rodrigues.

Robson Aguiar disse...

Pr. Geremias,

Endosso as palavras do Pr. Carlos,

O senhor esta se revelando um grande jurista. rsrr.

Espero em Deus, que tudo isso se resolva logo, antes que seja tarde demais.

Acho que já é hora de os nossos líderes pedirem perdão ao invés de tentarem justificar seus erros.

Lembrando que o caso Dake ainda está em aberto, pois o ilustre diretor executivo da CPAD continua nos afrontando com a propagação e venda da referida bíblia.

Tá sobrando insensatez nessa administração.

Talvez se a mídia secular também veicular esse desmando, a diretoria da CGADB se pronuncie.

O engraçado nisso tudo, é que alguns blogueiros postaram a Nota da CGADB, mas, não comentaram. Por que será?


Concordo com o seu parecer nessa postagem.

Terra de Gigantes disse...

Essa nota não esclareceu nada, assim como não esclareceu nada o que vincularam anteriormente no Mensageiro da Paz.
A cada dia que passa a minha triseza aumenta... Todas as vezes que assisto aos noticiários, fico orando para que não me depare com a seguinte manchete: "POLICIA FEDERAL CUMPRE MANDADO DE BUSCA E APREENSÃO DE DCUMENTOS NA SEDE DA CASA PUBLICADORA DA ASSEMBLEIA DE DEUS E CGADB".
Que Deus tenha misericórdia de nós...

EV. SAMUEL EUDÓXIO disse...

Pastor Geremias,
Paz do Senhor.

Não sou afiliado a CGADB, porém, como filho de pastor da AD a 30 anos, sou familiarizado a convenção e cresci aprendendo a respeitá-la, bem como a seus líderes. É lamentável o que estamos ouvindo sobre a convenção. O resultado disto é que estamos predendo nossa identidade assembleiana, de uma das igrejas mais sérias e respeitadas de nossa nação. O fim disto não precisa ser nenhum profeta para dizer o que vai acontecer: se nossos líderes não se manifestarem com clareza, várias convenções estaduais se desligarão da Geral e formarão convenções independentes. É o fim. Como o senhor escreveu. "é deprimente".

Parabéns pelo texto, escrito com imparcialidade.

Em Cristo,

Samuel Eudóxio.

Anônimo disse...

Pr Geremias do Couto, a Paz do Senhor!!

É triste,lamentável, deprimente, como ministro do evangelho e membro da CGADB, q até o presente tinha como séria, ouvir comentários berrantes de desequilíbrios administrativos e falta de prestação de contas de recursos oriundos dos próprios ministros, nos deixa triste e ao mesmo tempo concordando c os seus comentários, esperando q essas investigações se estendam tb a outras convenções estaduais!!!

A Paz de Cristo Jesus!!!

Pereira disse...

Prezados, paz!
Como cristão, sinto-me tremendamente envergonhado por ver situações como esta caminhando para o deboche nacional!
Penso eu que satanás deve estar bem contente com as demonstrações públicas de nossos 'honrados' líderes.
Lamentavelmente, a tristeza maior que sinto não é apenas por causa das irregularidades apresentadas. Elas são motivo de dor? Sim, claro que são! Porém, tão doloridas quanto estas, são a maneira que temos visto os 'homens de Deus', inclusive os que postam comentários, lidar com essa situação.
Será que não falta uma dose de caráter cristão ao lidarmos com isso tudo?
No meio de tanta denúncia, chingamentos, palavras espúrias ditas em rede nacional, pergunto-me: onde está o testemunho cristão?
E digo isto de ambos os lados! Como podemos encarar com tranquilidade o nível de tudo que está sendo exposto? Podemos dizer que há respaldo bíblico para o que estamos vendo?
Talvez eu seja de fato 'quadrado' por não ter evoluído até esse nível.
De fato, não consigo compreender certas coisas!
Acho que a simplicidade do Evangelho, com a qual me identifico, não está em voga, afinal de contas somos a 'Igreja do século XXI', onde administração fica à parte de princípios bíblicos, diferenças de pensamentos não precisam ser esquadrinhados pela Palavra, e o testemunho cristão não é algo que deve ser exatamente como foi o de Cristo.
Parece que vale tudo. Tudo mesmo!
Para finalizar, lembro-me de um livro que li, de Charles Sheldon, que tinha por título: 'Em seus passos o que faria Jesus?'.
É uma boa pergunta para lançarmos aos nossos líderes, neste acalorado embate.
Que o Senhor tenha misericórdia de nós!

Wagner disse...

Sua coragem revela muita coisa a seu respeito.
Agradeço a Deus por sua liberdade e idoneidade diante do grave assunto.
Isso não acontece só nessa administração, mas parece que agora está insustentável.

Deus lhe abençoe
Wagner

Missionário Felipe Sena disse...

Não me surpreende isso tudo. Porquanto estais atonitos irmãos meus? Acontece que "nossos principais" ou seja os homens de frente deixaram o propósito essêncial do evangelho e partiram para uma disputa acirrada de poder e glória humana. Vejam agora Pr. Silas junto com Mike Murdock pedindo a arrecadação de 1 bilhão para abrirem um canal de tv. A questão é, os grandes líderes estão pisando sobre o evangelho do Senhor Jesus Cristo, como cavalos que correram em lamaçais e agora pairam sobre a igreja, manchando a todos os pequenos que lutam com simplicidade pelos ideais de Deus. Não sou perfeito, tenho minhas falhas, sou o menor de todos os servos, se é que sou servo, mas as pessoas ai fora estão desacreditas e cansadas de explorações baratas. E agora essa......está na hora de refletirmos quem é quem entre nós, pois muitos satanistas se infiltram e criam escândalos entre nós provocando dissenções. Olhai e vede, será que as grandes lideranças estão preocupadas com a salvação do povo de Deus ou com poder, fama e destaque na mídia? Quem será que está com a razão, se o Pr. Silas Malafaia diz que há um "Descalabro Financeiro" e o Pr. Wellington Bezerra diz que não? Eu não entendo como homens de Deus se prendem a uma convenção, como se isso fosse de suma importância. Acordem meus irmãos, esses homens são os mesmos que cedem lugar aos políticos maçons(talvez eles sejam também) para fazerem falatórios profanos nos púlpitos. Por que deveriamos nos melindrar com esses homens, visto que não estão interessados na pureza do evangelho e sim em se destacar.

Estou ferido e cansado......por essas e outras razões não há como eu dizer hoje a um ímpio que Jesus é rei, para fazer isso terei que muito me dedicar, pois só os sinais e maravilhas podem tirar o véu da indignação que está sobre os incrédulos, pois nossos líderes querem mais o poder humano do que o de Deus. É lamentável...

Felipe Sena do Nascimento
um farrapo de pano no meio de tecidos preciosos.

Perdoe-me a sinceridade...se fosse uma pregação eu sei, não voltaria mais ao seu púlpito.

Anônimo disse...

Esta e uma guerra politica de todos os lados

Pr. Luiz Fernando disse...

Prezado colega Pr. Geremias,
abaixo transcrevo meu comentário no blog do Pr. Altair Germano:
"Prezado colega Pr. Altair Germano,
o que me chama atenção, dentre as afirmações, foi a de que somente o tesoureiro é responsável pelo cumprimento das normas da instituição. Creio que todo corpo diretivo seja responsável e que inclusive o presidente tem o poder e direito de exigir o cumprimento de todo estatuto podendo parar todo processo, onde quer que ele se encontre, para pedir esclarecimentos e documentações.
Em segundo lugar para que o processo ficasse mais claro possível a auditoria deveria ser externa. Externa por ser isenta de contamiñação. É assim que procedem instituições que querem e buscam transparência, concorda? Agora dizer que cheques foram devolvidos por que convencionais não honraram seus comprimissos é no mínimo infantil. Ninguém de sã consciência emite cheques sem saldo em conta corrente ou contando com uma expectativa. Essa expectativa deve forma o Cash Flow da instituição, mas somente após o saldo estar confirmado em conta corrente é que se emitem cheques. No fundo lavaram as mãos, jogaram para cima do tesoureiro o peso maior e tudo ficou bem.
Um abraço
Em cristo

Francikley Vito disse...

A Paz do Senhor!
Por isso digo outra vez, bendito seja o Senhor Deus dos céus, que nos dá um instrumento tão eficaz em prol da verdade e contra a cegueira, os blogs!
Um abraço.
www.vosbi.blogspot.com

Pastor disse...

COMO FAÇO PARA O PASTOR GEREMIAS VIR PREGAR NA MINHA IGREJA?

LLL6116@HOTMAIL.COM

PR.LEANDRO LOPES

Evandro disse...

Olha, honestamente... Acho q cada um defende o seu próprio lado... Isso é a continuação da Guerra Samuel Câmara VS José Wellington, e já deu pra ver que o Geremias tá do lado da tropa do Samuel... Mesmo discordando de Silas Malafaia, Samuel e companhia, concordo com a postagem, a CGADB não esclareceu nada, só soltou um cala boca pros internautas. E acho incrivel a omissão (perdoe se escrevi errado) de alguns adpptos do "Wellingtonismo" sobre essa questão, porque na hora de bater nos adversários eles batem, mas na hora de criticar essas bobagens da CGADB e CPAD eles ficam quietos... Até mais!

Vitoria thomaz disse...

Me admira essa mudança tão radical do Pr. Geremias, que sempre foi um cabo eleitoral do Pr.JW, esta metralhadora o qual está usando atirando para todos os lados não será porque é de conhecimento de poucos que ele não faz mas parte do quadro de comentaristas da CPAD? e isto não seria um desabafo? porque conhecer os membros da mesa ele conhece que são homens honrados, Pr.JW, Pr.Neco, Pr. Sebastião Rodrigues e por ai vai,entendo que se o Pr. Geremias tivesse no minimo um pouco de ética com esses senhores de cabelos brancos , com certeza não os comparariam com " o baile da ilha fiscal" como o fez, desculpe se fui pesada em minhas palavras mas não é nescessario ser Pr. membro da CGADB para ver o quanto o senhor foi mal educado com nossos pastores da nossa denominação.

Pastor Geremias Couto disse...

Prezada "Evandro":

Está muitíssimo claro no final de minha postagem que não faço parte de nenhuma "tropa". Apenas quero ser parte do Reino de Deus. E isso é tudo.

Por outro lado, tal qual você, se discordo dos métodos dos pastores que você menciona, não posso, por outro lado, concordar com a forma como as coisas vêm sendo conduzidas no âmbito da admiistração da CGADB. Você mesmo reconhece que a nota nada esclarece. Esse é o meu questionamento.

Afinal, que diferença há entre o seu comentário e o meu?

Pastor Geremias Couto disse...

Prezada "Vitória Thomaz":

Respeito profundamente os nomes dos pastores que a "prezada" mencionou e os considero homens dignos de toda consideração. Por outro lado, isso não os torna infalíveis e impermeáveis a críticas.

No entanto, se a "prezada" voltar a ler a minha postagem, verificará que minha crítica se deu no âmbito institucional, nunca pessoal. Assim, não tenho qualquer temor em repetir que os nosso líderes, institucionalmente, parecem agir como se nada estivesse acontecendo, como ocorreu no baile da Ilha Fiscal.

Por outro lado, sem qualquer demérito de minha parte aos líderes que a "prezada" menciona, "cabelos brancos" não são certificado de idoneidade para quem quer que seja, embora, repita, os considere idôneos. No entanto, a idoneidade vem de outra fonte.

Todavia, ainda assim, se a "prezada"
usou a figura dos cabelos brancos como uma forma de me encostar contra a parede, cometeu um grave equívoco, porque, nesse patamar, estou também no mesmo nível: os meus cabelos também são praticamente brancos.

Por último erra a "prezada" quando diz que deixei de ser comentarista da CPAD, Para tal acontecer, teria de ter havido uma decisão colegiada do Conselho Administrativo e eu teria de ser comunicado a respeito. Como nada disso até agora aconteceu a sua informação carece de veracidade.

O que ocorreu, isto sim, e a blogosfera cristã estã farta de saber, foi que eu tomei a decisão de não participar de qualquer evento da CPAD ou escrever qualquer coisa para ela, enquanto o imbróglio Dake não fosse resolvido. Como o impasse continua, certamente continuarei ausente de qualquer atividade ligada à CPAD.

Por fim, não estou sendo radical em relação à Mesa Diretora, mas apenas expressando a voz de milhares de pastores que desejam ver às claras o que está acontecendo para que não se permita que denúncias venham a público e fiquem sem ser cabalmente respondidas aos convencionais.

A "prezada" pode voltar aqui quantas vezes desejar.

Deus lhe abençoe.

Daladier Lima disse...

Prezados, acho que os problemas primários de administração de nossa CGADB refletem o que se passa nas Convenções Estaduais. Precisamos rever práticas ultrapassadas, criar mecanismos de controle da Convenção sobre si mesma e sobre as Convenções filiadas, avaliar punições para os desmandos, auto-aplicáveis e sem a necessidade de passarem por "Mesas", entre outras providências que restam urgentes. Ou tomamos a iniciativa ou iremos de mal a pior. E não se enganem com os que saem de lado e apenas dizem: Oh! Estão fazendo errado ali e acolá. Precisamos verificar a estrutura toda! Enquanto não fizermos algo, nada se resolve.

Pr Eliezer Sousa disse...

PR GEREMIAS, A PAZ DO SENHOR JESUS!
CONFESSO QUE ESTOU FELIZ PELO MOMENTO QUE ESTAMOS VIVENDO, OU SEJA, OS PREPARATIVOS PARA O CENTENÁRIO. MAS, QUERIDOS, COMO É TRISTE VER O QUE ESTÁ ACONTECENDO NO MEIO DO NOSSO POVO ASSEMBLEIANO. TENHO ORADO E AGIDO, PARA QUE VENHAMOS TER UM CENTENÁRIO DIVINO, POIS A IGREJA MERECE. FOMOS A VITÓRIA-ES ACREDITANDO QUE PARTICIPARÍAMOS DA MAIOR CONVENÇÃO, E SAIMOS ENVERGONHADOS. QUE DEUS NOS ABENÇÕE E NOS GUARDE!

Anônimo disse...

Pr. Geremias Couto e demais irmãos em Cristo:

Não me levem a mal, mas diante de tudo o que está evidente, "só não enxerga quem não quer"!

É isso que dá distanciar-se das Escrituras, e deixar a "experiência" e o emocionalismo determinar o andamento de uma denominação.

Infelizmente, tudo isso era só questão de tempo, fora de tempo, porque ainda não é o tempo.

Sinceramente, o que os irmãos em Cristo ainda estão fazendo nessa denominação?

Vocês não estão compactuando com essa liderança, estão?

Vocês não serão coniventes, serão?

Vocês não serão iguais aos Neo-pentecostais (Renascer, Universal, Mundial, etc.), serão?

Tudo aquilo que vocês denunciavam no passado, bem no passado mesmo, agora praticarão?

Ainda dá tempo,


Sola Gratia, Sola Fide, Solus Crhistus, Soli Deo Gloria.

Eduardo.

Prof Damasceno disse...

Meu amigo Pr Geremias...

Sua postagem é comparada, fazendo uma analogia bem clássica, a um forte soco na parte mais frágil de um lutador de boxe: abaixo da linha de cintura.

Espero que a sensatez da postagem seja seguida por um sentimento gêmeo pela Mesa Diretora da CGADB.

Parabéns...

Prof Damasceno
www.profdamasceno.blogspot.com

José Hilton disse...

Que a paz esteja contigo, Pastor Geremias. Fico feliz em perceber que há um remanescente compromissado biblica, etica e institucionalmente com o povo de Deus que congrega na Assembléia de Deus. A situação vigente na CPAD e na Convenção Geral merece toda a atenção, pois representa, com a publicação da Biblia DAKE, uma quebra escandalosa da hierarquia convencional, promovendo material há muito reconhecido como herético, paralelo aos ensinos de muitos grupos combatidos nas publicações da CPAD.Para não mencionar o péssimo exemplo de insubordinação que dão para pastores, obreiros e membros das igrejas. Por que estes indivíduos desobedientes e doutrinariamente irresponsáveis não foram disciplinados e afastados da direção da Casa Publicadora? Por que o presidente da convenção é tão hesitante neste episódio? Se o Júnior não estivesse na administração da editora será se medidas disciplinares já não teriam sido tomadas? E a situação financeira? Por que estão com tanto medo de tornar pública a contabilidade da convenção? Vão esperar a polícia e a mídia anticristã se envolverem nesta história e fazerem um carnaval com os escândalos e intrigas do meio evangélico (a Veja de 09/06/2010 já traz um aperitivo na seção Radar)? Aqui no Piauí quase não se fala nisso, embora alguns homens de Deus estejam aflitos com o rumo que os fatos tomaram, embora sejam pressionados pelos principais, com palavras de ordem tipo "é melhor obedecer (aos superiores) do que sacrificar (seu cargo)". Quem lê que entenda. O caso DAKE é desconhecido da maioria, seduzida pela publicidade da CPAD, através das Lições da escola dominical. Muitos tem a editora como um ente imaculado, acima da qualquer suspeita e aceitam tudo o que vem de lá. Infelizmente esta é a realidade. Quero chamar a atenção também para a política de fretes da CPAD. Estão impondo certas transportadoras aos revendedores, que chegam a pagar bem mais caro por isso, mesmo sendo estes os responsáveis pelas despesas com o transporte.Precisamos de ações específicas dos convencionais para a restauração da instituição, ética, biblica e espiritualmente. Chega de continuismo, chega de manipulação, chega de cinismo... Que estejam alertas contra possíveis manobras jurídicas e estaturárias por parte destes indivíduos para se apropriarem da CPAD. Lembremos o que Paulo nos diz em Romanos 1.32: "Deus não considera dignos de morte somente os que tais coisas praticam, mas também os que consetem e aprovam com que façam". Que o Senhor Deus tenha misericórdia de seu rebanho.

Anônimo disse...

Pastor Geremias,

O que estará "escondido" nessa caixa de pandora?

Que caia o manto diáfano a fim de que todos possamos enxergar claramente!

Abs

Ricardo

Pr. Osiel Pontes disse...

Já o admirava pela sua literatura, agora o admiro mais ainda. Agora o admiro muito mais pela coragem e desprendimento em falar a verdade.

Passo a divulgar o seu Blog em meu endereço.

Um Abraço

JC Santos disse...

A Paz,

Pastor Geremias meu nome e Jairo Santos e sou pastor nos EUA trabalhando com a AD americana. Tambem sou filiado a AD no Brasil, CONEADESE e tive acesso a seu site atraves do blog do pastor Altair Germano. Caro pastor, quero parabeniza-lo pela sua postura e decisao.

Creio que para que o mal possa prevalecer tudo o que e necessario e que os do bem nao facam nada.

Ja esta cheirando mal esta estoria toda da CGADB. Nosso presidente em sua nota, foi infeliz pois afinal quis se valer de tempo de servico para se justificar alem de apontar os culpados - todos nos membros da CGADB, o tesoureiro e etc.

Quando a nossa unica defesa e o tempo de servico - entao estamos mal...

Quando nossa ressalva e que os membros nao estao contribuindo - entao e porque a credibilidade na instituicao esta baixa

Nesta hora e momento de refletirmos e trocarmos entao o time para um time que possa energizar, aumentar a credibilidade e unir a instituicao.

Apoiei a decisao de ambos os pastores Silas e o primeiro tesoureiro assim como apoio a sua.

Esta na hora de mudarmos e levarmos a serio a causa do Senhor.

Meu e-mail e jcsantosminister@gmail.com

Ronilson Vieira disse...

Graça e Paz.

Estou triste pelo escândalo.
Estou feliz pela literatura inteligente.
Estou triste por ver tão
"veneranda" manchada, ofuscada.
Estou feliz por ser salvo.
Estou triste pela teoria da prosperidade.
(teologia nao tem nada)
Estou feliz por ser livre de mamom.
Estou triste por ver que alguns ainda tentam se autojustificar.
Estou feliz por ver tantos homens de Deus nos comentarios e posturas tomadas em face ao acontecido. Esse escândalo nada mais é que o Senhor limpando a casa, o injusto nao permanecerá na congregação dos "Justos".
Tenho sempre seguido seus comentarios, e tenho apreciado, que Deus nos conserve, a todos, livres do pecado de destruiu muitos homens de Deus, a soberba, tem muito crente velho pensando que so perde a salvação se trair, matar, roubar, e se esquece do que é mais importante, o "status" não é vermelho, nao foi derramado na cruz e nao compra bilhete de aviao para o "céu". Continue firme na posição em que fostes chamado, na verdade, na postura cristocêntrica.
Deus é contigo.

Fraternalmente em cristo Jesus.

Ricardo Mamedes disse...

Caro Pastor Geremias,

Estou vindo somente para esclarecer que o Ricardo que fez o comentário às 14:51 (10/06) sou eu mesmo. Não entendi porque saiu como "anônimo". Como detesto o anonimato, resolvi fazer a correção.

Convido-o a ir ao meu blog e, se possível, comentar, nos posts sobre criacionismo/evolucionismo sob a ótica de Francis S. Colins (A linguagem de Deus).

Em Cristo.

Ricardo

Intercessor disse...

Isso é uma vergonha...
Isso é caso para o ministério publico investigar e alcançar os responsáveis e aplicar as devidas punições.

Valdeci do Carmo disse...

Caro pastor, estou contigo em suas opiniões. É uma pena mas vejo a "glória" de nossa instituição ficando no passado. Não creio que haja mais jeito, o retorno é doloroso e tem que haver renúncia, algo que os "grandes" não conseguem fazer. Vejo várias assembléias de Deus descentralizadas e dando rumo próprio a instituição e muitas poucas preocupadas com o reino de Deus. Um grande abraço e que Deus continue iluminando cada dia mais o vosso ministério.

Valdeci do Carmo