sábado, 5 de abril de 2008

O efeito Porto Alegre

Tenho recebido com certa freqüência diferentes postagens anônimas, principalmente quando publiquei minha resposta à carta de esclarecimento postada no blog do pastor Samuel Câmara referente aos supostos motivos que teriam levado a AD de Belém, PA, a deixar de usar a revista Lições Bíblicas, de minha autoria, no último trimestre de 2007.

Após a Assembléia Geral Extraordinária da CGADB realizada em Porto Alegre, RS, outra vez os anônimos voltaram a dar as caras, com um deles (ou o mesmo de sempre) pressupondo que o “efeito Porto Alegre” ao qual me referi em um dos meus posts antes do evento saiu o contrário do que eu esperava. Veja o que ele escreveu, ipsis literis, como postado no comentário já mencionado:

“E AI?

"VC JÁ SE RECUPEROU DO EFEITO PORTO ALEGRE?

“EU SEI QUE O 'EFEITO PORTO ALEGRE' SAIU O CONTRÁRIO DO QUE VC ESPERAVA NÉ?

“KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

“AGUARDE 2009 NOVOS RUMOS NA CGADB E CPAD.”

Afirmei-lhe então que sua participação, embora anônima mais uma vez, “veio a calhar”, pois me daria a oportunidade de informar aos meus leitores – não a ele - sobre o que de fato se passou durante a AGE realizada na capital gaúcha. É o que passo a fazer agora em respeito a você que me honra com a sua visita regular ou esporádica a este blog.

Diga-se em primeiro lugar que essa Assembléia foi convocada com a exclusiva finalidade de reformar o estatuto e o regimento interno da CGADB para regulamentar o processo eleitoral, tendo em vista os absurdos excessos sobejamente conhecidos que marcaram a AGO em São Paulo ensejados pelo candidato que concorreu com o atual presidente. Ora, esse objetivo de corrigir as distorções foi plenamente alcançado do jeito que a Mesa Diretora da CGADB, eu e milhares de outros pastores desejávamos; assim, de que forma o “efeito Porto Alegre” saiu o contrário do que eu esperava?

Talvez o anônimo queira referir-se à tentativa de obstrução empregada por aqueles que procuraram tumultuar o início da primeira sessão a ponto de o presidente, pastor José Wellington Bezerra da Costa, ter de suspendê-la por pelo menos meia hora até que ela pudesse ser reiniciada. E qual foi a principal alegação para essa obstrução “aos gritos”? O fato de o estatuto determinar que qualquer emenda ao escopo da lei só pode ser aprovada se obtiver 2/3 dos votos. Como o intuito era pedir a contagem dos votos a cada artigo discutido, algo sobremaneira difícil por falta de instrumentos ágeis para a execução do procedimento, criou-se então o impasse, pois, diante disso, seria humanamente impossível concluir a discussão e a aprovação da reforma no prazo da convocação.

Diga-se de passagem, que, em outras assembléias convencionais convocadas com a mesma finalidade, nunca houve esse tipo de comportamento. Os artigos a serem reformados eram discutidos um a um, cada convencional inscrito para falar podia defender a reforma proposta, apresentar emenda aditiva, supressiva ou mesmo outra redação. Ao final de cada discussão, se não houvesse nenhuma outra emenda sobre a mesa, a proposta original era levada ao plenário e automaticamente aprovada. Nos casos em que emenda aditiva, supressiva ou mesmo outra redação fossem apresentadas, todas as propostas eram então submetidas ao voto, após a discussão, sendo em todos os casos aprovada aquela que sem nenhuma sombra de dúvida recebia 2/3 dos votos sem que houvesse necessidade de qualquer contagem, pois era sempre clara a manifestação convencional amplamente favorável à luz do que exige o estatuto.

Mas logo de início percebeu-se que isso não aconteceria em Porto Alegre. Os ânimos exaltados dos que queriam obstruir a votação impediriam qualquer coisa nesse sentido. Foi então que, enquanto a sessão estava suspensa, o pastor Silas Malafaia, vinculado ao projeto eleitoral do pastor Samuel Câmara, apresentou a sugestão de se criar uma “comissão de consenso” com oito participantes, quatro representando a Mesa Diretora da CGADB, que encaminhou a proposta de reforma, por sinal muito bem elaborada pela douta comissão juriidica, e os outros quatro representando o movimento que busca dar sustentação ao projeto eleitoral do pastor Samuel Câmara.

Diferentemente dos que me criticaram quando publiquei no Mensageiro da Paz o artigo: “Pareceu bem ao Espírito Santo e a nós...”, concordo em gênero, número e grau com o pastor Silas Malafaia, que atribuiu ao Espírito Santo a inspiração para apresentar essa proposta à Mesa Diretora. Afirmo-o por ter a absoluta convicção de que, partisse de qualquer um de nós, ela seria prontamente bombardeada. Mas como veio dele, os seus companheiros de projeto não “ficariam bem na fita” caso o apupassem e rejeitassem a proposta.

De outro lado, vale ressaltar a clarividência do pastor José Wellington Bezerra da Costa, que, mais uma vez, demonstrou porque Deus o escolheu para presidir a Assembléia de Deus nesta hora difícil de sua história. Com sua visão aguçada, acatou prontamente a proposta, reiniciou a sessão, apresentou os nomes dos membros da “comissão de consenso”, e enquanto ela se reunia com a comissão jurídica para analisar cada item da reforma proposta, o plenário pôde então tratar de outros assuntos também importantes sem que houvesse qualquer manifestação hostil a respeito. O que deixou claro o propósito latente da obstrução anteriormente desencadeada.

Para resumir a história, ficamos até altas horas (fiz parte da comissão), por quase três dias, discutindo artigo por artigo da proposta apresentada pela competente comissão jurídica em clima de absoluta serenidade, sem que tenha havido qualquer vestígio de rusga durante as discussões. À medida que se obtinha o consenso, que praticamente cobriu toda a proposta, a matéria era levada ao plenário, que, informado disso, a aprovava sem qualquer discussão. Ganhou-se em agilidade, mas não tivemos desta vez a oportunidade de ouvir os oradores que sempre enriquecem uma discussão desse porte. Tudo por causa dessa obstrução desnecessária.

Digo desnecessária em virtude de não ter havido nenhuma alteração profunda de conteúdo pela comissão de consenso na proposta apresentada pela comissão jurídica e encampada pela Mesa Diretora da CGADB. Na maior parte dos casos, as poucas alterações foram de forma, para aumentar o rigor e trazer mais clareza em uma ou outra redação. Todos os pastores que participaram da AGE em Porto Alegre dispõem da proposta original recebida de antemão em suas pastas. Assim que o texto aprovado for impresso e distribuído, os senhores poderão cotejar um com o outro e se certificarão de que foi exatamente assim que aconteceu. Verão que eu estou sendo absolutamente verdadeiro. Ou seja, o consenso obtido mediante o trabalho de ambas as comissões - jurídíca e de consenso - teria sido alcançado de qualquer maneira na discussão em plenário, não houvesse qualquer atitude de obstrução, como de fato houve e todos os inscritos puderam ver.

Quero, agora, ressaltar quais são os principais pontos dessa reforma para reafirmar que eles atendem rigorosamente ao que desejava a Mesa Diretora da CGADB, eu e milhares de outros pastores pertencentes aos quadros da CGADB.

Aos fatos:

1. O novo estatuto, como estava na proposta original, permite que qualquer convencional se inscreva como candidato sem a necessidade até então exigida do apoio de 21 assinaturas.

É o que afirma o artigo 15:

Art. 15. Ressalvados os impedimentos previstos no artigo 11 e outros constantes neste Estatuto e Regimento, qualquer membro poderá inscrever-se como candidato, a qualquer cargo da Mesa Diretora ou do Conselho Fiscal, mediante requerimento protocolado na Secretaria Geral da CGADB, até o último dia útil do mês de outubro do ano antecedente a data das eleições, observado o disposto neste artigo e o artigo 59 e seus parágrafos.

2. Por outro lado, como estava na proposta original, fica proibido ao candidato o uso de recursos financeiros, a realização de eventos, bem como o emprego da máquina administrativa com o fim explicito de fazer propaganda eleitoral, matéria que foi disciplinada com o acréscimo do inciso III, no artigo 21, sugerido pelos representantes do outro grupo, com o qual todos concordamos sem qualquer restrição, pois isso valerá para todos os candidatos que estiverem no exercício do cargo em qualquer época. É questão pacífica.

Eis o que diz o artigo 21 e os seus incisos, que regulamentam a matéria:

Art. 21. São proibidas aos ministros, candidatos à eleição da Mesa Diretora e do Conselho Fiscal, após a aprovação e publicação do nome do candidato, as seguintes condutas:

I – dar, oferecer, prometer, solicitar ou receber, para si ou para outrem, dinheiro, dádiva ou qualquer outra vantagem, para obter ou dar voto e para conseguir ou prometer abstenção, ainda que a oferta não seja aceita.

II – o pagamento de despesas com publicidade, transporte, alimentação, hospedagem, pagamento de taxa de inscrição e anuidade de convencionais subvencionados por qualquer candidato;

III – usar, direta ou indiretamente, bens, materiais, serviços ou pessoal da CGADB, dos seus órgãos e demais pessoas jurídicas vinculadas, com o objetivo de obter votos, ressalvadas as atribuições inerentes ao exercício do cargo.


3. Como constava da proposta original, não será admitida também nenhuma propaganda extemporânea, ou seja, antes de os candidatos terem os seus nomes aprovados pela comissão eleitoral, bem como qualquer tipo de insinuação que caracterize falso testemunho contra qualquer outro candidato.

É isso o que diz os artigos 22, 23, 24 e seus incisos:

Art. 22. A propagação da candidatura aos cargos eletivos da Mesa Diretora e Conselho Fiscal da CGADB, somente é permitida após a aprovação e publicação do nome do candidato.

Art. 23. Não será tolerada propaganda ou divulgação de mensagem de candidato:

I - que atribua a outro candidato falsamente fato definido como crime, fato ofensivo à sua reputação e ofensa a dignidade ou decoro;

II – com a realização de programas pela mídia, cultos de ação de graças, congressos, convenções e inaugurações, divulgar, contratar cantores, bandas ou pregadores com o objetivo de, ao ensejo do evento, propagar o nome de candidato.
Parágrafo único. O descumprimento do disposto nos artigos 21, 22 e 23, e seus incisos acarretará as seguintes sanções:

I – advertência escrita;
II – a invalidação do registro do candidato infrator;
III – a perda dos votos.

Art. 24. A representação deve relatar fatos, indicando provas, indícios e circunstâncias, sendo o convencional parte legítima para denunciar o infrator.


É possível já perceber, por exemplo, o efeito do artigo 22, que proíbe propaganda antes da aprovação e publicação do nome do candidato. É só visitar o blog do candidato que concorreu com o pastor José Wellington na última eleição. Até então ele vinha usando o slogan “CGADB PARA TODOS’, acrescido de 2009, o mesmo que empregara em sua última campanha. Ou seja, não houvesse essa restrição, permaneceria liberado para continuar a fazer uso do mesmo recurso sem qualquer questionamento. Estaria todo tempo em campanha explícita. Agora, não! Se continuasse a usar o slogan e viesse a apresentar a sua candidatura posteriormente, correria o risco de ser impugnado. Eis a razão pela qual, certamente, retirou o slogan e mudou o lay out do blog.

4. Outro dado é que o mandato passou a ser de quatro anos, com direito apenas a uma reeleição, exatamente como estava na proposta original. Aqui, apenas para assegurar aos representantes do movimento acima já referido que a lei não teria efeito retroativo (o que no direito é mais claro do que o sol do meio-dia!), foi acrescida a frase “a partir da próxima Assembléia Geral Ordinária".

Eis o que diz o artigo 37, seus incisos e parágrafo único:

Art. 37. A Mesa Diretora da Convenção Geral, a partir da próxima Assembléia Geral Ordinária, será eleita para um mandato de quatro anos, na penúltima sessão da Assembléia Geral Ordinária, nos termos do artigo 15 e seus parágrafos e compõe-se de:

I - um Presidente;
II - cinco Vice-Presidentes;
III - cinco Secretários;
IV - dois Tesoureiros.

Parágrafo único. O Presidente e os Tesoureiros poderão ser reeleitos para um único período subseqüente.


5. Outro dado importante é que, como constava da proposta original, as eleições serão por urnas eletrônicas, as quais, como fruto do consenso, sempre deverão ser solicitadas ao TSE, ficando claro aos representantes do movimento há pouco referido que, em havendo necessidade, não poderá haver qualquer auditoria no sistema, de propriedade do TSE, que lhe assegura caráter sigiloso. Na hipótese de não se poder fazer uso das urnas eletrônicas, a votação manual foi também regulamentada, sendo que cada seção eleitoral não poderá ter mais de 300 votantes.

6. Finalmente, conforme constava da proposta original, foi também estabelecido um calendário eleitoral, que sem dúvida facilitará em muito não só a organização da próxima assembléia geral, mas sobretudo das próximas eleições, mediante as quais o verdadeiro consenso será estabelecido.

Eis as principais datas:

Data de convocação da Assembléia Geral Ordinária – último dia útil do mês de agosto do ano que antecede a AG0 (Artigo 30, parágrafo 2).
Data limite para registro de convencionais na CGADB – último dia útil de setembro do ano que antecede a AGO (Artigo 17).
Data limite para o registro de candidaturas – último dia útil de outubro do ano que antecede a AGO (Artigo 15).
Data limite para que os processos eleitorais sejam julgados – último dia útil do mês de janeiro do ano em que se realizará a AGO, cabendo ainda recurso à Assembléia Geral (Artigos 55 e 57 do Regimento Interno).
Data da realização da AGO – abril do ano seguinte à convocação realizada no último dia útil de agosto do ano anterior (Artigo 29).

O que acaba de ser exposto prova, portanto, que o “efeito Porto Alegre”, ao contrário do que tentou passar o anônimo, atendeu às expectativas suscitadas pela reforma proposta pela Mesa Diretora CGADB e tornada realidade pelo laborioso trabalho da comissão jurídica, com a ajuda da comissão de consenso e a aprovação do plenário. Era o que ansiávamos.

Com isso, os desagradáveis excessos da última eleição serão coibidos, não haverá lugar para tumultos e a próxima eleição poderá transcorrer em absoluta segurança e tranqüilidade.

Apesar da tentativa de obstrução dos oponentes, saímos de Porto Alegre com a consciência do dever cumprido
.


45 comentários:

Victor Leonardo Barbosa disse...

pastor, ainda não li seu artigo, pois estou com um pouco de pressa, mas o salvei em meu pen-drive para ler depois, enquanto isso gostaria d elhe dizer que será uma honra ter o senhor aqui, por favor, mande por e-mail os locais onde o senhor ficará em Belém(se vai pregar em algum lugar,etc). Quem sabe nos encontraremos.
Abraços e Paz do Senhor!!!

OBS: mande as informações para meus dois e-mail's: panda_gigante@hotmail.com, victorbaeta76@yahoo.com.br

Pr. Carlos Roberto disse...

Caro Pastor Geremias,
A Paz do Senhor!
Louvo a Deus pela sua vida, bem como pelo conhecimento dos fatos que Deus tem lhe permitido ter, bem como pela clareza com que esclarece às gerações mais novas, os acontecimentos, acima de tudo com equilíbrio e sem paixão.
Concordo plenamente em gênero,número e grau, com o seu artigo EFEITO PORTO ALEGRE.
Estava presente e não perdi qualquer das sessões, nem parcialmente.
Estava sentado no principal plenário, e participei da AGE acompanhando de perto, às vezes até perto demais, todas as manifestações do grupo que se posicionou como opositor, as quais julguei semelhantes às praticadas por movimentos sindicalistas, da CUT e grupos assemelhados.
Por ser uma convenção de homens de Deus, foi simplesmente lamentável.
De qualquer maneira o efeito final de Porto Alegre foi aceitável e vimos por certo a mão de Deus atuando, tanto que o cerne do que propunha a Comissão Jurídica da CGADB, foi aprovado.
Entendo, no entanto, parecer muito estranho, a sugestão pública de consenso partir justamente de quem está lutando incesantemente nos bastidores para quebrá-lo.
Vamos aguardar o desenrolar dos fatos.
Parabéns pelo artigo.
Um abraço!
Pastor Carlos

Eliseu Antonio Gomes disse...

Pastor Geremias

Todos nós conhecemos as Escrituras Sagradas, mas nunca é demais relembrar em momentos oportunos alguns trechos dela:

"Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus" - Mateus 5.9.

Abraço.

Eliseu Antonio Gomes
http://www.belverede.blogspot.com/

Anônimo disse...

Caro Geremias,

Uma vez que vc fez citação do meu post aqui, tenho do direito de refutar o mesmo: VOU REPETIR: NÃO GANHO NADA COM ELEIÇÃO DA CGADB A NÃO SER O MEU AMOR PARA COM A MINHA DENOMINAÇÃO.

E quero lhe lembrar que vc se esqueceu de dizer que os projetos do pr. José Weligton foram rejeitados e os do pastor Samuel foram aprovados.
Vc não citou que os convencionais rejeitaram a idéia exdrúxula de deixar o JW até 2011 no poder da CGADB.
Vc não citou que o pr. Silas Malafaia chamou a atenção do pr JW qdo os adeptos do continuismo retrogrado falaram "heresias do norte" lembra?

Tem muitas coisas que vc não citou, mas vou ficando por aqui.

Anônimo disse...

Talvez o anônimo queira referir-se à tentativa de obstrução empregada por aqueles que procuraram tumultuar o início da primeira sessão a ponto de o presidente, (Geremias do couto)

Pastor, os "tumultuadores" que o senhor fala ai são os pastores filiados a CGADB, portanto o senhor deveria tratá-los melhor até mesmo por uma questão de ética.
Mas a palavra ética não existe no seu dicionário não é?

Pastor Geremias do Couto disse...

Caro Victor Leonardo:

Obrigado pelo seu retorno. Informarei por email os lugares por onde devo passar e, se houver possibilidade, terei enorme prazer em encontrá-lo.

Abraços

Caro pastor Carlos Roberto:

Suas palavras por si só bastam como balizamento para o que escrevi sobre o "efeito Porto Alegre". Como o irmão mencionou, ao final das contas "vimos por certo a mão de Deus atuando, tanto que o cerne do que propunha a Comissão Jurídica da CGADB, foi aprovado".

Fraternalmente em Cristo.

Eliseu:

Segundo a Bíblia, há muitas formas de se exercer a pacificação: pacifica-se pelo confronto (veja o exemplo de Jesus no templo), pacifica-se expondo o erro (veja o exemplo de Paulo recriminando os cretenses), pacifica-se trazendo a tona a dissimulação (veja o exemplo do mesmo Paulo reportando-se a atitude dissimulada de Pedro). Ou seja, os paciificadores não são passivos, alienados, e jamais usam o amor como desculpa para aceitar aquilo que está errado.

Deus lhe abençoe.

Caro anônimo (s):

Suas palavras lhe denunciam!

Em primeiro lugar, você não tem direito algum exatamente porque quem se esconde atrás do anonimato não pode reclamar direitos. A concessão que fiz aos seus posts não foi por causa dos seus supostos direitos, mas para que os meus leitores possam conhecer o tipo de pessoa que usa esse recurso escuso.

Em segundo lugar,como das outras vezes, você nunca refuta o que eu escrevo exatamente por que não há o que refutar. Como se costuma dizer, "contra fatos não há argumentos". O que escrevi expressa toda a verdade do que aconteceu em Porto Alegre.

Em terceiro lugar, você surta quando diz que os projetos do pastor José Wellington foram rejeitados, porque em nenhum momento o presidente da CGADB apresentou qualquer projeto, a não ser a celebração dos 100 anos da AD no Brasil, que será comemorado a partir de agora até 2011, tendo como um dos pontos altos a celebração em Belém, PA, em junho daquele ano, exatamente da forma como foi apresentado.

Em quarto lugar, você surta mais uma vez, pois em nenhum momento foi apresentada qualquer proposta de prorrogação do atual mandato do pastor José Wellington, nem no plenário nem durante as reuniões da comissão de consenso com a comissão jurídica, até porque não havia base legal para isso já que a convocação da AGE foi única e exclusivamente para a reforma do Estatuto e Regimento Interno, e não para a discussão dessa suposta proposta.

Em quinto lugar, pode-se discordar do pastor Silas Malafaia, e eu discordo dele em diversas situações, inclusive em relação à CGADB, mas nunca ele tratou o pastor José Wellington com desrespeito, como se lhe passasse um "pito", como você insinuou de forma petulante e não verdadeira.

Em sexto lugar, é falta de ética mencionar "a tentativa de obstrução empregada por aqueles que procuraram tumultuar o início da primeira sessão"? Não foi exatamente isso que aconteceu a ponto de o pastor Carlos Roberto em seu post equiparar esse comportamento ao dos sindicalistas?

Eu os ofendi ou agredi?

Faltou Jesus com a ética quando expulsou os vendilhões do templo?

Faltou Paulo com a ética quando confrontou Pedro (ambos apóstolos de Cristo) cara a cara?

Vá estudar um pouco sobre o que significa ética e depois venha conversar comigo!

Por último, a inclusão de diversos posts de sua autoria tanto no outro artigo que escrevi quanto neste já foi suficiente o bastante para que os meu leitores julguem.

Assim, não mais liberarei mais nenhum comentário seu, seja como anônimo, seja como "fake", a não ser que você me ofenda ou agrida, para que o seu caráter mais uma vez se revele, como já fiz no outro artigo, como você bem sabe.

Por último, qual é o seu nome?

Daladier Lima disse...

Prezado Pastor Geremias do Couto:

Excelentes esclarecimentos, especialmente para mim que não estive presente apesar de ser ministro. Meu trabalho não permitiu o deslocamento.

Mas, ainda acho estranho o consenso proposto pelo Pr. Silas Malafaia. Depois de galgar o posto quer quebrar as pontes? Quero o cargo dele! (risos)

Parabéns!

Pastor Geremias do Couto disse...

Caro Daladier:

Realmente não está claro quais são as reais intenções deste "consenso" proposto pelo pastor Silas Malafaia. Mas, até onde a minha vista alcança, teremos, sim, eleições.

Quanto à sua candidatura ao cargo de tesoureiro, agora ficou mais fácil. É só se inscrever até a data limite e você estará no páreo, pois não precisa mais do apoio de 21 assinaturas!

Posso começar a sua campanha (rsrs)?

Abraços

Gutierres Siqueira, 19 anos disse...

Pastor Geremias do Couto, a paz do Senhor.

O seu artigo esclareceu muitos pontos em relação à última AGE da CGADB. Esses esclarecimentos são muito importantes para que fofocas, especulações e mentiras não possam sobressair sobre o fatos ocorridos na AGE. Parabéns pela clareza em que o irmão trás por meio do texto.
Durante a reunião da AGE, em sites como Orkut, muitas especulações mentirosas correram que ao final da reunião não se comprovaram. Houve um pastor, ligado a “CGADB para todos”, que informou uma estratégia de perpetuação do mandato do pastor José Wellington (como diz os jovens de hoje – “Esse viajou na maionese!”).
Como já disse no post do POINT RHEMA, gostaria muito de ver uma terceira via entre as duas candidaturas para presidência da CGADB. A gestão do pastor José Wellington foi muito produtiva, mas sempre os mandatos precisam de renovação, pois se não houver renovação corremos o risco de criarmos uma liderança centralizadora. Em relação ao nome do pastor Samuel Câmara, parecia ser uma renovação, mas com sua participação em congresso promovido pelo herisiarca do Ouriel de Jesus e o seu alinhamento com líderes neopentecostais (Marco Feliciano, Jorge Tadeu etc), mostra uma tendência perigosa para alguém que será o representante das Assembléias de Deus.
No quadro atual, torço pela manutenção do mandato do pastor José Wellington, mas gostaria de ver uma CGADB mais forte em questões doutrinárias. O nosso centenário mostrará uma Assembléia de Deus que precisa urgentemente de um “avivamento doutrinário”. Quando falo de “avivamento doutrinário”, não estou falando de uma volta a um legalismo sufocante, mas sim de volta ou construção de uma denominação que seja conhecida pelo apego às Escrituras. A CGADB precisa ser mais atuante no combate aos modismos doutrinários, pois é impressionante como a nossa denominação tem sido invadida pelo triunfalismo, “retetés”, pregações antropocêntricas e até teologia da prosperidade. Vejo que a nossa igreja ainda se perde em debates sobre se pode “usar isso ou aquilo”, enquanto as questões importantes ficam para trás.
É claro que há exceções, há muitos líderes nas Assembléias de Deus preocupados com um “avivamento doutrinário”. Graças a Deus que esses homens trabalham na CPAD, mas da mesma forma, há grandes lideranças assembleianas tentando coar o mosquito ou se alinhando ao neopentecostalismo.
Um abraço pastor Geremias. Espero vê-lo em breve novamente aqui em São Paulo.

Gutierres Siqueira
www.teologiapentecostal.blogspot.com

Pastor Geremias do Couto disse...

Caro anônimo:

Por favor, qual é mesmo o seu nome?

Obrigado.

Pr. Carlos Roberto disse...

Caro Pastor Geremias,
Quero registrar meus cumprimentos ao Daladier pela candiatura(rsrs) e ao Gutierrez por ter entendido perfeiamente o que está acontecendo e os motivos pelos quais defendemos a candidatura do Pr. JW.
Quanto ao termo "sindicalismo" utilizdo por mim, é reprodução literal do que ouvi pessoalmente de um dos membros do movimento CGADB para todos.
Achei forte, mas foi o que ouvi.
Quanto ao comentarista anônimo, enquanto não se identificar, não merece nossa réplica, já que todos assinamos os comentários posados.
Que haja a eleição, que votemos com crentes e homens de Deus e que aceitemos o resultado.
Um abraço a todos!
Pr. Carlos

Pastor Geremias do Couto disse...

Caro Gutierres:

Entendo as suas preocupações, pois elas são também as minhas e as de outros companheiros nossos, e percebo a agudeza da sua compreensão acerca do momento em que estamos passando. Essa é a razão pela qual entendemos que a permanência do pastor José Wellington à frente da CGADB se justifica e continua sendo necessária para que se mantenha o equilíbrio doutrinário e não viremos de uma vez por todas "um saco de gatos".

Isso é o que pensamos.

Vale acrescentar, também, que, queiram ou não as pessoas, Deus é soberano e trabalha ativamente através das circunstâncias para que a sua vontade prevaleça. Como diz provérbios, há tempo para todas as coisas. Acredito, portanto, que no tempo certo, Deus permitirá que conheçamos a pessoa a quem Ele já designou para a próxima etapa da jornada da CGADB, enquanto esperamos ansiosamente a volta do nosso amado Salvador.

Quando puder, venha ao nosso escritório. Só me avise antes para que eu possa estar aqui para recebê-lo.

Abraços

Pastor Geremias do Couto disse...

Caro pastor Carlos Roberto:

Vai ser páreo duro se o Daladier for candidato (rsrs)!

Pois é, os anônimos falam, mas não dizem o que os seus companheiros propagam "a boca pequena" e os nossos ouvidos captam quando estamos juntos em Assembléia.

O que o irmão ouviu, eu também ouvi. Não fomos nós que cunhamos o termo "sindicalismo" para tipificar o comportamento desse grupo na primeira sessão da AGE. Foi alguém de lá mesmo.

Todavia, como o irmão afirmou, no dia em que o anônimo "tirar a máscara" e assinar os seus comentários, aí terá a réplica, a tréplica etc.

Deus lhe abençoe em Cristo.

Pastor Geremias do Couto disse...

Caro anônimo:

Os meus leitores insistem: querem saber o seu nome. É possível?

Pastor Geremias do Couto disse...

Caro anônimo:

Deixe-me insistir pelo bem da transparência e em respeito aos meus leitores: você pode informar o seu nome?

Obrigado

Juber Donizete Gonçalves disse...

Prezado Pastor Geremias,

Fiquei feliz por ouví-lo, juntamente com Pr. Marcos Tuler, no fim do ano passado, em nossa Igreja em Uberlândia, onde sirvo pela Graça de Deus como Pastor auxiliar. Agradeço por compartilhar conosco, as informações da AGE. É triste ver o clima sectário que está tomando conta de certas pessoas, com relação a Eleição da CGADB, tanto em relação a que passou, como a da próxima. As decisões tomadas em Porto Alegre, pelo que pude notar foram boas e certamente tem como finalidade evitar abusos e politicagem desenfreada. Enfrentamentos em favor do Evangelho e da Verdade, realmente existem, como aconteceu com Paulo e Pedro. Porém, acredito que a grande maioria de obreiros e membros, da nossa querida denominação, esperam é que no final, ocorra o que aconteceu com os dois personagens bíblicos. Paulo chame Pedro de "Coluna da graça" e Pedro chame a Paulo de "nosso Amado irmão". Estou lendo seu livro "Transparência da Vida Cristã", que é excelente por sinal. Aqui em nossa cidade já estamos enganjados no Projeto Minha Esperança. Que o Senhor continue te abençoando.

Pr. Juber Donizete Gonçalves
www.juberdonizete.blogspot.com/

Victor Leonardo Barbosa disse...

Pastor, caso o senhor tenha mandado o e-mail, ainda nao o recebi, caso ainda nao tenha, estou no aguardo.
Abraços,
Victor

Pastor Geremias do Couto disse...

Caro pastor Juber Donizete:

Foi realmente um excelente tempo esse que passamos em Uberlândia ano passado. Aproveito para enviar saudações ao pastor Álvaro, ao pastor Saulo e aos demais obreiros e irmãos dessa próspera igreja.

Como o irmão percebeu muito bem, a intenção da reforma estatutária e regimental aprovada em Porto Alegre foi amenizar o clima sectário e coibir abusos e a politicagem. Esperamos que as coisas melhorem.

Certamente, quando as motivações dos que eventualmente divergem estão bem assentadas na sinceridade, nada mais fácil do que depois se darem as mãos e se considerarem, por fim, apenas servos inúteis, sendo Deus o grande realizador.

No caso do apóstolo Pedro, podemos pressupor que a reprimenda de Paulo, explícita com clareza no Novo Testamento, surtiu o efeito desejado e sem dúvida quem ganhou com isso foi o Reino de Deus.

Quem sabe tal não possa acontecer no coração daqueles, que, equivocadamente, assumem postura inadequada e criam esse clima de sectarismo e polarização? Continuemos a orar.

Transmitirei as boas notícias do projeto Minha Esperança em Uberlândia para o nosso pessoal aqui do escritório. Cremos que em novembro teremos milhares de decisões em todo o país e, certamente, Uberlândia será parte desse grande avivamento.

Por fim, alegro-me em saber que o irmão está lendo o livro "A Transparência da Vida Cristã", de minha autoria. Se o irmão de alguma forma está sendo edificado por essa leitura, sinto-me também abençoado por isso.

Deus lhe abençoe abundantemente.

Pastor Geremias do Couto disse...

Caro Victor Leonardo:

Ainda não lhe enviei o email, mas o farei de hoje para amanhã. Espero encontrá-lo no Pará.

Abraços.

Pastor Geremias do Couto disse...

Caro anônimo:

Não perca as estribeiras. Se você não tem nada a perder, não se considera pastor e não tem qualquer vínculo com este ou aquele suposto candidato (se há alguma candidatura posta, já está contrariando o novo estatuto), eis aí uma forte razão para identificar-se e assumir a sua liberdade de expressão.

Por favor, diga o seu nome.

Pastor Geremias do Couto disse...

Caro "fake" e participante "oculto" do blogger.

Qual é mesmo o seu nome?

Juber Donizete Gonçalves disse...

Prezado Pastor Geremias,

Obrigado, pela gentileza da resposta, mesmo em meio as suas muitas atividades. Transmitirei as saudações ao Pr. Alvaro e ao irmão Saulo, com quem inclusive tenho o prazer de trabalhar junto na SEMAP. Concordo que realmente temos que orar, porque o simples apertar de mão com aqueles que representam posições sectárias e equivocadas, não é suficiente. A menos é claro, que seja em sinceridade e sem hipocrisia. Por exemplo: determinado pastor que "posa na televisão como se fosse o embaixador da paz", ao mesmo tempo que nem adota na sua igreja a revista de Escola Dominical da CPAD, e sim usa a sua própria revista. Que contraditório, não é?

Deixo para o irmão, o Salmo 27:1 - "O Senhor é a nossa Fortaleza".

Pr. Juber Donizete Gonçalves
www.juberdonizete.blogspot.com/

Pastor Geremias do Couto disse...

Caro pastor Juber:

Obrigado por suas palavras. Visitei o seu blog e procurarei passar por lá sempre que for possível.

Por favor, diga ao Saulo que segunda-feira vou falar com ele pelo skipe.

Deus lhe abençoe

Pastor Geremias do Couto disse...

Caro anônimo:

Você me pergunta porque me reporto aos seus comentários e pergunto o seu nome, se não mais os publico.

Você também me pergunta porque não lhe respondo as perguntas feitas em seus comentários.

Veja então os motivos:

1. Reporto-me aos seus comentários, sem no entanto publicá-los, para que os leitores que me dão a honra de freqüentar este blog percebam que, apesar de não mais publicar os comentários que você me envia, você continua a enviá-los.

2. Não lhe respondo as questões que você supostamente levanta pelas razões que você já sabe, mas vale a pena repetir:

A. Quem se esconde atrás do anonimato não merece nenhuma resposta exatamente por usar esse artíficio para dizer o que quer sem assumir o ônus do que diz. Isso é próprio da pulsilanimidade.

B. As perguntas que você repetidamente me faz, sem ao menos tentar refutar com lógica e verdade o que escrevi, já estão claramente respondidas no artigo publicado, bem como nas réplicas e tréplicas que dei aos primeiros posts que você me enviou e fiz questão de publicá-los. É só você ler com paciência, se preciso palavra por palavra, e usar a razão, que logo descobrirá as respostas.

Não se dê também ao trabalho de passar o seu telefone e email de forma privada, porque tudo o que se faz privadamente e que tenha a ver com o que é público só tem sentido e legitimidade se for feito publicamente.

Por outro lado, sei quem você é, o que faz, a cidade onde mora e os motivos do rancor que carrega no coração. Já falamos sobre isso antes. Aliás, estranho que você tenha parado de postar comentários em outros blogs com a sua verdadeira identificação. Você deve, não a mim, mas em respeito aos que vêm aqui, essa identificação.

Finalmente, por Deus ter-me dado a graça de ser uma pessoa extremamente paciente,sem que isso signifique qualquer "abertura" em sua teologia, quantas vezes você postar os seus comentários anônimos, tantas vezes lhe perguntarei:

Qual é mesmo o seu nome?

André Silva disse...

A paz do Senhor, Pastor Geremias do Couto

É um prazer retornar a esse espaço tão democrático e atencioso.
Acredito que não houve nada mais contrário do que esse comentário que nivela por baixo as suas intenções.
Nesse caso, presidir a maior igreja evangélica do Brasil não é fácil, embora ainda há alguns no nosso meio que querem algo que não existe: uma fatia maior do bolo (poder), quando na essência não há poder, pois o único que rege o meio é a decisão do nosso Deus sobre os líderes que continuam engajados e coerentes à tarefa a qual lhe foram designados.
A cadeira do pastor presidente José Wellington existe até hoje por vontade soberana de Deus e não por que um grupo X ou Y se articula para tal.
Por outro lado, nós membros deveríamos ficar mais cientes do que acontece nessas reuniões para não provocar nenhum burburinho ao menos uma síntese informativa no Jornal Mensageiro da
Paz.
Há também uma reclamação minha, os líderes ou equipe que trabalha junto ao pastor presidente deveriam atuar mais de perto a outros estados como Pernambuco, pelo menos aqui nem se fala do pastor presidente da CGADB nos púlpitos, acreditamos que o pastor presidente da CGADB seja o nosso querido pastor Ailton, pois tudo se refere como se a hierarquia maior no Brasil fosse ele, além dos comentários atuais de que Pernambuco se tornará um jardim fechado devido ao incidente de novas doutrinas já abraçadas por nossas igrejas co-irmãs no sudeste e sul do país na justificativa de que esses estados abriram mão dos costumes, assim como argumentou o irmão Gutierres: reforça-se muito o legalismo exacerbado e se esquece de outras questões.
Sendo assim, continuo esperando seus belos textos e também minha cobrança: quando teremos novo concurso para novos escritores da casa publicadora- prêmio Emílio Conde?
Um grande abraço!
Em Cristo,
Irmão André Silva - PE

Pr. Carlos Roberto disse...

Caro Pr. Geremias!
A Paz do Senhor.
Mais uma vez, parabéns pelo seu excelente artigo, pelos comentários e principalmente pelo anterior.
Não resisto à tentação de fazer côro nessa cançõa:

Caro anônimo:
Qual é mesmo o seu nome?

Edson Dorna disse...

A paz do Senhor Pastor Geremias

sempre leio seus artigos, e tambem suas lições semanas deixada na escola dominical online, admiro muito o senhor e seu blog tanto que tenho ele como referente no meu blog www.santodosantos.blogspot.com , venho falar para o senhor, minha opinião sobre esses assuntos de convenção, não vejo a mão do Senhor nesse negócio, ainda mais cada dia que passa que a ass de deus esta para completar seus 100 anos, muitos estão fazendo de tudo para ficar nopoder querem ate alterar sobre o periodo de mandato de dois para quatro anos, sendo assim visando 2011 que vai ser o ano da Ass de deus para muitos, pois querem seus nomes gravados nesta marca histórica, muitos colocando a salvação em jogo, pq essa raça de pessoas (desculpe-me a expressão) não esta esperando mais o Salvador Jesus.

Que Jesus possa ter misericordia de muitas vidas...

Que Deus abençoe a todos

Fraternalmente

Edson Dorna

www.santodosantos.blogspot.com

fica na paz do Senhor Jesus

Vosso Servo disse...

Opa! Mais um para fazer côro nessa canção:

Caro anônimo:
Qual é mesmo o seu nome?

Faço minhas as Palavras do Moisés Diniz:
"Aprendi que, em qualquer profissão, a única coisa que não se pode permitir é a covardia. A covardia rebaixa o homem para o patamar dos bichos. A covardia leva alguém a se proteger sob o manto do ANONIMATO. A covardia não deixa o jornalista assinar o seu nome em uma matéria ou coluna. É o chamado covarde da pena, ou parafraseando, um covarde que dá pena. Sob o ANONIMATO, o covarde jornalista ataca a todos, escolhe bodes, canoniza santos, mente, volta a mentir e, como não se mostra, não permite o sagrado direito de defesa, uma das maiores conquistas da imprensa livre".

Marcelo Hagah disse...

Pastor Geremias,
a graça e a paz do Senhor Jesus Cristo.

Desculpe fazer propaganda do meu blog aqui, mas preciso de visitas qualificadas, como a sua. Falo lá da Justiça. É um texto rápido e fluido.
Se puder, visite-me.

http://hagah72.blogspot.com


Marcelo Hagah
João Pessoa-PB

Pastor Geremias do Couto disse...

Caro André:

Sua participação sempre enobrece este espaço. Transformei em poema aquela postagem que fiz em seu comentário sobre o amor. Pretendo postá-lo aqui brevemente.

Entendo suas preocupações, mas o que você menciona decorre dessa imensidão diversificada que é o Brasil e também da própria estrutura eclesiástica mesclada que caracteriza a nossa igreja.

De qualquer modo, devemos sempre dar o melhor de nós mesmos naquilo que está em nossas mãos realizar, pois, do contrário, seremos responsabilizados pelo Senhor pela nossa leniência.

Como você, espero também que a CPAD brevemente lance outro concurso literário, abrindo novos espaços para os talentos que espalhados pelo nosso querido Brasil.

Caros blogueiros, Rev. Carlos Roberto e "vosso servo":

De fato, essa é a pergunta que não quer calar para o "desconhecido" anônimo. Todos querem saber:

Qual é mesmo o seu nome?

Caro Edson Dorna:

Como o espaço é democrático, acolho a sua participação, pois vejo suas boas intenções naquilo que expõe, ainda que tenha sido pesado em sua linguagem ao final, como você mesmo reconheceu.

No entanto, vejo essa questão do seguinte modo:

1. A Assembléia de Deus completará 100 anos e alguém estará no exercício da presidência da CGADB por ocasião dessa aguardada celebração. Queiramos ou não, esse é o fato.

2. Quem estiver no exerecício da presidência terá, necessariamente, o seu nome gravado na história, gostemos ou não, pois não se faz a história sem os personagens que a constroem. Não há história sem pessoas.

3. O próximo presidente, seja ele quem for, será escolhido em abril de 2009 pelo voto de milhares de convencionais aptos para votar, mediante eleições já regulamentadas, e quem for eleito será o líder do centenário.

4. Em outras palavras, não há outro caminho. A CGADB terá de ter alguém na presidência quando a igreja celebrar os 100 anos e essa pessoa necessariamente terá de conduzir toda a celebração!

5. Os líderes do passado tiveram também os seus nomes gravados por terem sido personagens de momentos marcantes em sua época. É desse modo que a história se desenrola. Assim será também agora. E eu terei de aceitar o veredito das urnas no próximo ano.

6. De minha parte, torço para que o pastor José Wellington Bezerra da Costa seja candidato e venha a ser eleito, pois nada mais justo do que ele ter essa honra pelo seu relevante papel como líder das ADs nos últimos anos. A Bíblia diz: "A quem honra, honra".

7. Quanto ao mandato ter sido aumentado para quatro anos, com a concordância de toda a Assembléia reunida em Porto Alegre, RS, a idéia é evitar uma eleição desgastante a cada dois anos, como ocorreu com a última em São Paulo, e dar ao presidente eleito a oportunidade de consolidar suas realizações, com direito à reeleição apenas para um mandato subseqüente.

Espero também em 2011, para a glória de Deus, fazer parte dessa linda história que vem sendo escrita com lágrimas, oração, dedicação e amor pelos nossos irmãos do passado e aqueles que, hoje, continuam lutando pela fé que uma vez foi entregue aos santos.

Deus lhe abençoe.

Pastor Geremias do Couto disse...

Caro Marcelo Hagah:

Fique à vontade. Sinta-se em casa. Passarei pelo seu blog para ler o texto.

Abraços

Edson Dorna disse...

A paz do Senhor...

Obrigado pela resposta, pois vejo que o senhor é sábio, e como eu disse anteriormente, admiro muito o que o senhor escreve, e sei que esse fato sobre que relatei e que o senhor respondeu sei que eu querendo ou não vai acontecer...

Mais o que me deixa mais espantado com a situação, que depois de anos e anos sendo a eleição pelo periodo de 2 anos, nessa altura resolvem mudar para 4 anos... que finaliza bem com 100 anos da Ass de Deus...

Continuo sendo leitor seu assiduo,mesmo que muitas das vezes não comento, mais sobre esse episódio foi mais forte do que eu...

Fique na paz do Senhor

Edson Dorna

www.santodosantos.blogspot.com

Marcelo Hagah disse...

Agradeço muitíssimo a sua boa vontade comigo, pastor.

Já recebi a abençoada visita do Irmão Édson Dorna.

Estou voltando a escrever. Espero que para a glória de Deus.

A graça e a paz do Senhor Jesus Cristo.

Marcelo Hagah
João Pessoa-PB

Jairo Elin Gollmann disse...

A Paz do Senhor,

Caro Pr. Geremias, muito boa as explicações sobre a AGE em Porto Alegre, de muita valia para aqueles que querem o bem da CGADB, quanto a esse anonimo que não tem coragem de se identificar, acho que não deviamos dar atenção a ele.

Pos mais que alguem ache ruim, mas no momento o melhor para a CGADB e toda Assembléia de Deus no Brasil e a confimação do Pastor José W. Bezera da Costa como presidente.

Não podemos nos curvar diante de pastores e alguns querem a liderança a força.

Abraços.

Ev. Jairo Elin
www.jairoelin.blogspot.com

Anchieta Campos disse...

Nobre pastor Geremias do Couto, a paz do Senhor.

Excelente produção, muito esclarecedora.

Admiro bastante o nosso presidente nacional, o respeitável Pastor José Wellington. Vejo em sua administração a aprovação de Deus, com uma CPAD forte e sempre fiel a sã doutrina, o que é de uma suma importância para uma editora do porte e influência dela.

É bem verdade que não é uma administração perfeita, pois vejo uma CGADB muito tolerante com alguns movimentos apregoados por certos pastores e cantores assembléianos. É louvável os esforços do nosso presidente para manter a unidade e se evitar rompimentos, mas creio que se deveria "bater" mais contra estes modismos que, digo sem medo, são heréticos e arranham a imagem da AD perante os cristianismo protestante histórico-ortodoxo. Não citarei nomes de pessoas e movimentos pois já foram citados por irmãos neste mesmo post, além do mais o nobre sabe melhor do que eu quais são os ensinos e pessoas que assolam o nosso seio ortodoxo.

No demais, apoio o nobre irmão em sua explanação, a qual foi, como sempre, marcada pela sua qualidade.

Abraços fraternos!

Do seu irmão em Cristo e leitor assíduo de seu blog,

Anchieta Campos

Menssagens Especiais disse...

Muinto bom seu blog , que Deus te abençoe e te guarde .
o amigo gostaria de fazer uma parceria de links ou de banner.
faça nos uma visita conheça nosso blog www.menssagensespeciais.zip.net caso a resposta seja sim avise nos que colocaremos seu endereço em nosso blog

Pastor Geremias do Couto disse...

Caro Edson Dorna:

De fato, até agora o mandato era de dois anos, mas o direito à reeleição era ilimitado. Com a mudança, o pastor que estiver no exercício da presidência irá, sim, liderar as comemorações do centenário, mas, em compensação, só terá direito a concorrer a uma eleição subseqüente. Ou seja, se você analisar bem, verá que houve ganhos para todos.

Venha sempre. Sua visita sempre me honra.

Abraços.

Caro Marcelo Hagah:

Continue escrevendo. Seu blog é de excelente qualidade e contribui para o aprimoramento dos ideais cristãos, ao discutir idéias que nem sempre encontram espaço nos círculos formais.

Quero ler mais artigos seus.

Abraços

Caro ev. Jairo Elin:

O irmão está coberto de razão. Não vale a pena valorizar aqueles que não têm coragem de se expor e, por isso, se escondem atrás anonimato. No caso em tela, apenas dei algum espaço, para usar a postagem anônima como meio de esclarecer aos leitores sobre a Convenção de Porto Alegre. Acredito que o objetivo foi alcançado. Obrigado por sua visita e pelas considerações aqui expostas.

Abraços

Caro Anchieta Campos:

Como o irmão mesmo percebe, não é fácil manter a unidade com todas essas aberrações que, infelizmente, vêm acometendo o meio assembleiano. Ainda bem que a CPAD e os nossos blogs têm tomado uma posição muito clara a respeito, fazendo circular o ensino ortodoxo que sempre marcou a nossa fé. Alie-se a isso o equilíbrio e a maturidade do atual presidente da CGADB, pastor José Wellington, que, ao mesmo tempo em que não se precipita para provocar rompimentos, age sempre em defesa dos postulados pentecostais da identidade assembleiana.

Abraços e obrigado pelas freqüentes visitas.

Pastor Geremias do Couto disse...

Caro anônimo:

Atenda ao clamor do povo: qual é mesmo o seu nome?

Anderson disse...

Que pena...tanto esforço dos "pais" da 1ª e 2ª geração para hoje vermos essa hostilidade no seio da nossa igreja..Deus nos guarde, estamos vivendo uma séria crise de identidade, estamos nos esquecendo quem somos e de onde viemos!

Anderson disse...

Querido Pr. Geremias, lecionei alguns anos na EBD e tive grato contato com as revistas que o sr. comentou, sempre procurei leitura na internet e fico muito feliz por encontrar textos pentecostais e assembleanos, pois ha uns anos atrás sentíamos carência disso. que benção! sempre estarei por aqui, que Deus abençõe.

Celio pereira disse...

querido pastor geremias, a paz do senhor, li os seus comentários e o parabenizo por sua coerencia doutrinaria, fico feliz por que o nosso Deus ainda mantém homens sinceros inclusive os comentaristas da cpad, gostei muito do seu comentário da revista da escola dominical. sou da ass. da Deus da missão, mas estudamos as lições da cpad.
Parabens.

Maya disse...

Pastor, qualquer disputa por poder, dentro da Igreja, enfraquece o testemunho, a missão, a pregação do Evangelho, a busca pelos desgarrados, o trabalho na seara... Pq nossa luta não é contra a carne, mas espiritual. Pastor, não sou nada, em Igreja nenhuma. Não tenho cargo, não quero ser da liderança, não aspiro a posto nenhum. Se Deus me abençoar para mostrar e pregar a Palavra e o Amor dEele, defeituosa de nascença como sou, a qualquer pessoa que encontrar pela frente, já vou achar uma honra e um favor. Às vezes me pergunto pq após anos eu não tenho ânimo para ir à Igreja. Oro em casa, leio a Bíblia em casa, canto sozinha, deposito dízimo e contribuiçoes no caixa eletrônico. É por causa de coisas assim, Pastor. Congressos, reuniões, publicações, disputas. Eu fico triste com isso, pq fora da Igreja as pessoas estão morrendo sem Deus, e o número dos que morrem sem saber que Ele veio e morreu por nós, por seu imenso Amor, é crescente. Quero ir para onde Ele me mandar, mas peço para ser sempre esse nada, dentro da instituição Igreja.

Um abraço,

Maya

Anônimo disse...

Pastor Geremias a Paz do Senhor,a lição n°6 da ebd desse trimestre com certeza foi de grande valia para ensinar esses que tem sede de poder, e a todo custo (custo mesmo)querem forçar uma situação(por ambição) para destruir o que foi conquistado até agora,a paz a harmonia e a união do povo assembleiano. DEUS TE ABENÇOE.

MARIO .

Heitor disse...

A Paz do Senhor !
Pr.Geremias,
Apesar de minha pouca idade, já me preocupo com os rumos que a Igreja Evangélica Brasileira, e em especial a AD tem levado. É tanta gente tentando "dilapidar valores" há muito tempo construídos e conservados pela Denominação. Depois do diabo, a quem mais interessa quebrar os "marcos antigos" de nossa história ? Tenho orado prá que DEUS não permita que os liberais de plantão assumam a liderança de nossa Denominação : Se o nobre Pr.José Wellington está há alguns anos à frente de nossa Convenção, a glória e a honra é prá DEUS e os méritos são dele e de sua equipe de trabalho. Agora, quem não tem competência que não se estabeleça. Creio que DEUS não irá deixar que os nossos irmãos liberais não assumam a CGADB ou então, será o começo do fim. Abaixo os radicais e os liberais, vivamos no conservadorismo : CONSERVANDO A SÃ DOUTRINA E OS BONS COSTUMES, NA SIMPLICIDADE E NA UNIÃO CRISTÃS !

Joaquim Afonso disse...

Pr. Geremias, a Paz do Senhor, fico feliz porque a Igreja Assembléia de Deus tem homens como o senhor, que se preocupa em dar orientaçoes e esclarecimentos às pessoas cheias de dúvida, como temos lido nos comentários acima. E também pela sua retidão, transparência e segurança naquilo que é preciso orientar. Precisamos que essa AGO em Vitória - ES, seja dirigida pelo Espírito Santos de Deus, e que os homens de Deus que lá estarão para declinar o seu voto, o faça consciente e sem rivalidade, mas, que haja harmonia entre todos. Eu, estarei votando no meu Pastor, que é o Pr. José Wellington Bezerra da Costa, não pela continuidade, mas, pela pessoa que ele representa para as Assembléias de Deus no Brasil. Parabéns pelo blog, e um grande abraço e fique na Paz de Jesus.

Joaquim Nazareth
São Paulo -SP.